A restauração em 2025

É com surpresa que leio que os restaurantes estão em crise.

A notícia surge em vésperas dos dias mais movimentados do ano, quase que a implorar as reservas para o Ano Novo.

Nos últimos anos, apareceu uma avalanche de restaurantes vocacionados para turistas e com preços proibitivos. A associação nacional dos restaurantes quer “medidas urgentes” do Governo. Uma ideias

- regulem as reservas por cartão de crédito

- proíbam vender vinhos a 350% do preço de custo

- acabem com as “gratificações recomendadas” de 10-15%.

- o preço é determinado pela diferenciação e não pelo potencial de turismo.

E se for possível falem português.

 

Deixem o Estado de fora e corrijam o tamanho do umbigo.

Comentários

  1. No Domingo à noite estava em Tavira e fui jantar, com a minha mulher, pouco antes das oito. Entro num restaurante, só com reserva estamos completos, entro num segundo, só com reserva estamos completos, entro num terceiro, só com reserva estamos completos. O quarto aceitou-me mas só servia carne, nada de peixe.
    Isto num Domingo à noite, a seguir ao Natal, de Inverno, sem ninguém a passear nas ruas e com preço proibitivos.
    Ajuda do Estado porquê, medidas para quê, só se for para entergar cheques restaurante a todos os portugueses.
    Bom Ano

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  2. Falou no tamanho do umbigo num blogue quando muitos blogueiros só querem saber deles. Também há vários vendedores. Parece que o seu problema são os preços proibitivos. Queria ir! Eu não tenho esse problema.
    Escreveu um postal que não tem importância alguma. Não consegue escrever sobre o que é importante? A crise que existe é outra!

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  3. É a crise. Lamentam-se mas não vemos crise. Ou melhor, vejo naqueles paraquedistas com os defeitos que identifiquei acima.
    Bom ano, amigo!

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  4. Não vejo essa alegada crise. Aliás, ninguém a vê. Restaurantes cheios em todo o lado e reservas só com não sei quantos dias de antecedência se são sinónimo de crise vou ali e já venho. Cá na terra, vá lá, não se queixam disso. Só - e se calhar faz mais sentido - da falta de mão de obra. Alguns só vão funcionando porque por especial favor há sempre alguém, reformado ou com outro emprego, que vai dar uma mãozinha...

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  5. Crise não há. Nunca se consumiu tanto!
    Bom Ano Novo, com saúde. Paz.

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  6. Por aqui lutam com alguma dificuldade porque as rendas são muito elevadas e a concorrência do outro lado da fronteira é muito forte.
    Feliz Ano Novo

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  7. Cada vez vamos menos, embora ainda se vá, claro, para tentar manter a sanidade.
    Mas são escolhidos a dedo. Só se não conseguir mesmo replicar em casa, é que vou comer fora.
    Agora parece que não se come em lado nenhum, por menos de 50€ e sem sobremesas. Anda tudo louco.

    Bom ano

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  8. Esse é que é o problema, o tamanho do umbigo.
    Bom ano!
    Beijinhos

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  9. Eu tbm não vejo. Acredito que foi mais uma publicidade para acelerar as reservas de ano novo. Mas também acredito que alguns "paraquedistas" sem qualquer formação de gestão e com preços para turistas tenham dificuldades, mas é o mercado a funcionar.

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  10. Os dados da SIBS são claros: este ano houve muito mais transações e montantes envolvidos. O mau tempo ajudou a empurrar as pessoas para os shoppings. Tive de ir ao escritório no dia 23e nos centros comerciais por onde passou havia imensa fila nos acessos.

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  11. olá, olá :)
    Então os sapinhos vão ter de arranjar um novo charco?
    Já sabes se vais manter o blog noutro sítio?
    Um beijinho!

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