É com surpresa que leio que os restaurantes estão em crise.
A notícia surge em vésperas dos dias mais movimentados do ano, quase que a implorar as reservas para o Ano Novo.
Nos últimos anos, apareceu uma avalanche de restaurantes vocacionados para turistas e com preços proibitivos. A associação nacional dos restaurantes quer “medidas urgentes” do Governo. Uma ideias:
- regulem as reservas por cartão de crédito
- proíbam vender vinhos a 350% do preço de custo
- acabem com as “gratificações recomendadas” de 10-15%.
- o preço é determinado pela diferenciação e não pelo potencial de turismo.
E se for possível falem português.
Deixem o Estado de fora e corrijam o tamanho do umbigo.
No Domingo à noite estava em Tavira e fui jantar, com a minha mulher, pouco antes das oito. Entro num restaurante, só com reserva estamos completos, entro num segundo, só com reserva estamos completos, entro num terceiro, só com reserva estamos completos. O quarto aceitou-me mas só servia carne, nada de peixe.
ResponderEliminarIsto num Domingo à noite, a seguir ao Natal, de Inverno, sem ninguém a passear nas ruas e com preço proibitivos.
Ajuda do Estado porquê, medidas para quê, só se for para entergar cheques restaurante a todos os portugueses.
Bom Ano
Feliz e próspero Ano Novo.
ResponderEliminarFalou no tamanho do umbigo num blogue quando muitos blogueiros só querem saber deles. Também há vários vendedores. Parece que o seu problema são os preços proibitivos. Queria ir! Eu não tenho esse problema.
ResponderEliminarEscreveu um postal que não tem importância alguma. Não consegue escrever sobre o que é importante? A crise que existe é outra!
É a crise. Lamentam-se mas não vemos crise. Ou melhor, vejo naqueles paraquedistas com os defeitos que identifiquei acima.
ResponderEliminarBom ano, amigo!
Bom ano.
ResponderEliminarBom ano amiguinho!
ResponderEliminarNão vejo essa alegada crise. Aliás, ninguém a vê. Restaurantes cheios em todo o lado e reservas só com não sei quantos dias de antecedência se são sinónimo de crise vou ali e já venho. Cá na terra, vá lá, não se queixam disso. Só - e se calhar faz mais sentido - da falta de mão de obra. Alguns só vão funcionando porque por especial favor há sempre alguém, reformado ou com outro emprego, que vai dar uma mãozinha...
ResponderEliminarCrise não há. Nunca se consumiu tanto!
ResponderEliminarBom Ano Novo, com saúde. Paz.
Por aqui lutam com alguma dificuldade porque as rendas são muito elevadas e a concorrência do outro lado da fronteira é muito forte.
ResponderEliminarFeliz Ano Novo
Cada vez vamos menos, embora ainda se vá, claro, para tentar manter a sanidade.
ResponderEliminarMas são escolhidos a dedo. Só se não conseguir mesmo replicar em casa, é que vou comer fora.
Agora parece que não se come em lado nenhum, por menos de 50€ e sem sobremesas. Anda tudo louco.
Bom ano
Esse é que é o problema, o tamanho do umbigo.
ResponderEliminarBom ano!
Beijinhos
Eu tbm não vejo. Acredito que foi mais uma publicidade para acelerar as reservas de ano novo. Mas também acredito que alguns "paraquedistas" sem qualquer formação de gestão e com preços para turistas tenham dificuldades, mas é o mercado a funcionar.
ResponderEliminarOs dados da SIBS são claros: este ano houve muito mais transações e montantes envolvidos. O mau tempo ajudou a empurrar as pessoas para os shoppings. Tive de ir ao escritório no dia 23e nos centros comerciais por onde passou havia imensa fila nos acessos.
ResponderEliminarBom ano amiga!
ResponderEliminarolá, olá :)
ResponderEliminarEntão os sapinhos vão ter de arranjar um novo charco?
Já sabes se vais manter o blog noutro sítio?
Um beijinho!
Olá Beatriz!
ResponderEliminarSim, será aqui: https://ultimofechaaporta.blogspot.com/
Criei-o hoje :)
Beijinhos!