Não ligo muito a futebol. Já liguei no passado e já partilhei por aqui o momento em que deixei de seguir: quando surgiram os Pedro Guerras nos programas de comentários. O tema gerou "nojo" e deixou de ter interesse.
Acompanho os clubes e a seleção.
Não vou explorar o mundial da seleção portuguesa. Acho que é unânime, mais uma vez e como noutras coisas da vida, o impacto que os egos têm.
Viu-me focar no telefonema do presidente Trump e da subversão dos regras do jogo.
Sempre que um houve uma decisão tomada pelo árbitro, juta ou injusta, ela sempre foi respeitada . Desta vez assistimos à indecência: o presidente politico do país organizador "pediu" a anulação do castigo e a FIFA acedeu.
Ora, isto é muito grave e um sinal dos tempos e do retrocesso.
A vergonha para a cedência ao poder instalado desapareceu. E quando assim é, é muito grave.
Um mau principio e um mau exemplo.
Mais uma vez falamos de egos e de submissão. Manda quem pode, obedece quem deve.
Porém, ainda há ainda boas notícias: Cabo Verde. Desafiou as probabilidades e num mundo de Golias, foi um pequeno David que resistiu enquanto pôde, mostrando que o futebol dentro das 4 linhas se deve impor às jogadas sujas de bastidores.
P.S: os EUA acabaram por perder contra a Bélgica e lamento que esta não tenha tido a coragem de se recusar a entrar em campo. O dinheiro, os prémios e a submissão falaram mais alto.

Ao menos perderam, bem feito!
ResponderEliminarÉ que realmente é uma submissão, uma falta de caráter, por demais.
Motivos económicos e financeiros que ultrapassam o desporto..
ResponderEliminarBeijinhos!!!🌻
Não vejo. Não ligo. Prefiro 10000000000000 vezes ver um festival da canção, do que ver um jogo de futebol. 😂
ResponderEliminarPrefiro ver algo que me distrai e diverte, do que perder tempo a ver algo que me chateia.
Está visto que sou a ovelha negra dos homens.
😂 😂 😂