Ontem foram as eleições presidenciais e pela primeira vez que voto (e que existo), vamos ter uma 2ª volta.
Venceu o candidato mais moderado e menos politiqueiro.
- António José Seguro partiu como o mal amado, sendo menorizado pelos próprios socialistas (como o rei da humildade política e ex-ministro de Sócrates, Santo Silva). Homem ponderado, sem ataques pessoais, foi premiado com a vitória e pelo demérito dos adversários.
- André Ventura levou mais 1.300.000 eleitores a levantar o rabo do sofá e a votar nele. O homem que apela a três Salazares, radical e anti minorias continua a cativar o povo descontente, mesmo que isso significa entregar a alma ao Diabo.
- Seguiram-se Cotrim, o homem para quem o liberalismo é para o tiktok e para os cartazes. Muito lamentável o ataque feroz a jornalistas. Acho que foi esse deslumbramento arrogante perante a pressão das críticas que afastou os eleitores. A denúncia do assédio não o prejudicou, pelo timing e pela forma. A sua reação, sim.
- Marques Mendes não se atualizou. Fez uma campanha à moda antiga recuperando o papel antiquado da Primeira Dama e mostrou ser demasiado subserviente ao Governo. Julgava que iria ser o Marcelo II (mas sem comentar a crise da saúde, claro), porém os tempos são outros.
- Já o Almirante, continuou igual a si próprio. Uma postura inflexível e sem ideias para o país.
- Os de Esquerda, deixaram-se sumir perante os outros, com ideias antiquadas e presos aos anos 2000.
- Já Jorge Pinto foi o maior fiasco de sempre. Como é possível um candidato ter medo de ir a mercados e feiras e enfrentar o povo.
Venha a segunda volta: é decisão vai ser fácil: ou democracia ou "três Salazares".
Os partidos antigos, se não quiserem desaparecer, têm de ouvir os eleitores e tentar resolver-lhes os problemas.
ResponderEliminarApenas parecem interessados na hora do voto. Isso explica por ex. porque o PSD escolheu Marques Mendes, que não iria acrescentar nada, por ex. O do Livre fugiu do contacto com as pessoas.
ResponderEliminarOs portugueses não gostam de radicalismo.
ResponderEliminarNão sei se vai ser assim tão fácil a 2ª volta... :/
ResponderEliminarVocê pode dar a sua visão das presidenciais e até pode querer imitar os comentadores da TV. Tal como os comentadores da TV, a sua visão das presidenciais não tem utilidade alguma. Alguns não percebem que há coisas que são factos e não devem ser comentadas.
ResponderEliminarDevia perceber que é preocupante quando os textos que escreve não têm utilidade alguma. Isto acontece sempre que ler ou não ler, é igual. Nas TVs acontece o mesmo.
Triste país!
E eu que gostava de um país sem partidos! Melhor ainda, sem políticos! O rei tinha nascido e sido ensinado a resolver os problemas de todos nós!
ResponderEliminarViva o rei!!!
Eu sou livre de dar a minha opinião sobre o que quiser, se não faltar ao respeito a ninguém. Não se trata de imitar ninguém. Eu comento as eleições, dentro da democracia e livremente (sem qualquer avença como na tv).
ResponderEliminarPode não ser útil para si, mas é útil para mim poder escrever sobre o que acho da classe política do país, das escolhas que foram feitas e do "triste país".
Se não gosta, não leia!
Aprovo a mudança, sem quaisquer restrições, esta plataforma é mil vezes mais funcional que o Sapo.
ResponderEliminarAgora só é preciso aprender a trabalhar com ela e aproveitar todas as vantagens.
Eu ando por aqui, há já 20 anos, se puder ser de alguma ajuda é só dizer!
Obrigado! Ainda estou em adaptação.
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