
Estes dias, ouvimos mais um "influencer" a vender a sua alma ao diabo, ao admitir publicamente que tinha atropelado uma pessoa e que fugiu. Confirma com um "a sério!". Num podcast, em troco de uns minutos de fama e um "bota like", assumiu um crime.
Com uma leviandade inexplicável, como se de uma piada ou heroísmo se tratasse.
Foge do país, com medo, e ainda se gaba de ser o rei do marketing pessoal. Das coisas mais "sem noção" que já vi. A Justiça portuguesa que faça o seu trabalho.
É chocante o perfil deste e de muitos outros "pseudo" influencers que se deixam deslumbrar por minutos de fama e sobre qual a mensagem que passam aos seguidores. Se há os que seguem por se identificam nalguma coisa com ele, há também os seguidores sem espírito crítico que idolatram estas figuras.Se dermos uma vista de olhos, por exemplo, nos "afiliados" das marcas de nutrição, reparamos que vemos de tudo. Desde pessoas com conteúdos interessantes a outras onde nos questionamos sobre o valor das páginas.
Nas redes sociais também noto que há opinadores com uma falsa superioridade moral nas respostas que dão. E isso irrita-me. Pessoas inteligentes, que muitas vezes provocam e depois destratam quem ousa discordar delas nos comentários. Uma coisa é receber insultos, outra é mera discordância. Como é sempre mais fácil ler o "tens toda a razão", bloqueiam. Enfim, como dizia alguém "presunção e água benta, cada um toma a que quer". E é mesmo.
Não percebo a cegueira de seguirem influencers.
ResponderEliminarReflexos da sociedade em que vivemos, onde a fama, por mais temporária e subjetiva que seja, é uma desculpa para fazer todas as atrocidades e mais algumas. Pobres daqueles que ficam com a sua vida para sempre afetada, seja por seguir conselhos menos benéficos ou por serem atropelados por quem não respeita qualquer sinal de trânsito...
ResponderEliminarIdioters, são idioters.
ResponderEliminarEstou em choque.....
ResponderEliminarMas são inluencers para quem? Eu nunca tinha ouvido falar em semelhante personagem... pelo que o ser influencer é muito subjetivo.
ResponderEliminarSenão também eu era influencer, a semana passada fui ao hiper Continente e comprei um queijo Milhafre e alguém por me ver fazê-lo e ter comentado com a moça da charcutaria que aquele queijo era excelente e melhor ainda comido lá (Açores) foi comprar também e ainda me disse, olhe que só comprei por sua causa.
A culpa é de quem o segue, quem lhes dá tempo de antena, quem mete os tais likes e comenta.
ResponderEliminarNão sigo nenhum, nem tenho paciência para...
Não vejo que interesse tem o conteúdo que partilham, juro.
Boa semana
Mais assustador do que umas dúzias de indivíduos que mais não são do que uma cópia moderna de vendedores de banha da cobra de antanho que andam a soldo de empresas sem escrúpulos, são os milhares de néscios que neles acreditam, que os idolatram e seguem sem ponta de sentido crítico. Se não houvesse tanta gente burra, esses tipos tinham de ir acartar baldes de cimento para as obras ou arrumar carros para debaixo de um qualquer viaduto. A fonte do problema está na clientela de fraca ou nenhuma exigência e não no vendedor. Os conteúdos que se tornam virais são sempre do desgraçado que parte os dentes a andar de skate ou de outro que bate com a nuca na borda de uma piscina. Não sei que maior clareza pode haver relativamente à gente que anda por aí. Se estas escolhas não explicam tudo, não sei o que explicará.
ResponderEliminarSó há dois dias soube que esse tipo existia porque ouvi comentar a notícia e até agora nem o nome dele sei, quanto mais os ‘conteúdos’ do bicho e assim quero continuar.
Cumprimentos.
Há muita "cegueira" em distinguir o trigo do joio, com todas as consequências que daí advêm em termos de comportamentos.
ResponderEliminarNeste caso, parece que ia ao telemóvel, segundo o próprio.
ResponderEliminarHá muito espirito critico por desenvolver.
ResponderEliminarTambém só o fiquei a conhecer com esta polémica. Acho que sou demasiado outsider nesta questão das redes, youtubbers e influencers.
ResponderEliminarTambém vemos os influencers vendedores nos blogues. Eles dizem que partilham viagens, livros, etc. Outros partilham piadas, humor, parvoíces. Alguns idiotas acreditam que outros perdem o seu tempo a fazer algo para o bem deles. Sem ponta de sentido crítico infelizmente há muitos.
ResponderEliminarHá mesmo e devia prensar se o que disse também se aplica a si.
ResponderEliminarOs que distinguem o trigo do joio são poucos. Você sabe distinguir o que é importante do que é acessório ou fútil?
ResponderEliminarNos blogues quem ousa discordar nos comentários é censurado.
O problema da cegueira é maior do que pensa. Penso que nos blogs não seguem influencers mas os destaques porque querem ser vistos. Alguns comentam nada. Outros comentam para dizerem nada.
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