Receios

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O que se tem visto e ouvido nas audições da TAP é chocante.


Impacta a forma promiscua como as empresas públicas se confundem com a política.


Onde o interesse comum é sobreposto pelos lobbies, tricas, mexericos e partidos. Bem revelador de como país funciona e do que nunca deveria acontecer. 


O povo paga e continuará a pagar com os seus impostos.


Porém, acredito que a TAP não seja a exceção e seja transversal aos vários partidos que estão no poder, seja no Governo, seja nas Autarquias, Juntas de Freguesia, cooperativas ...


 


Enquanto se desbaratam milhões na TAP, a saúde continua com muitos problemas. Relatos chocantes no Hospital do Algarve de terem de ser os familiares dos doentes a terem de trocar fraldas a vários idosos nas macas da urgência perante a “notória falta de assistência. 


 


Após 5 anos de PS no poder, para que país estamos a caminhar? Onde anda o PSD?  Chateia-me ainda mais a incapacidade de Luís Montenegro, que está a corresponder às expetativas residuais que tinha.


 


Ao mesmo tempo, continuamos afogados numa especulação inflacionista, com partilhas recorrentes de situações manhosas da grande distribuição para fazer o consumidor pagar mais, enganando-o. A maior parte delas é confirmada pelos sites de "fast-check" que se limitam a ir questionar os supermercados em vez de ir ao terreno comprovar se é verdade ou se é mentira. Infelizmente, é comum às várias cadeias. As rendas continuam em valores inacessíveis. Os comboios não funcionam por greves sistemáticas. 


 


Tenho muito receio se caso o desemprego começa a aumentar, do que vai acontecer ao nível social, sendo uma coisa certa: os extremos são o pior que pode acontecer. Palavras de ordem como tenho lido em manifestações e agressões anárquicas à polícia podem ter consequências desastrosas.


 


Que futuro espera o país? 

Comentários

  1. Estamos a regredir, Último!

    Beijinhos
    Feliz Dia

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  2. Parece que estamos cada vez piores ao nível de valores. Ainda assim, acredito que podemos mudar para melhor e pela via democrática.

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  3. Há muitos anos defendo a privatização da TAP.
    Enquanto isso não acontecer o regabofe não acaba.

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  4. Sinceramente não sei onde vai parar.
    Sinto, e por mim falo, que cada vez as pessoas têm menos interesse nos nossos políticos e não é para menos. Ligas a tv e é corrupção por todo o lado. Do mais pequeno ao maior, parece que ninguém consegue ser sério.
    Saúde, educação, emprego... Olha, não sei mesmo.

    Beijocas

    Cláudia - eutambemtenhoumblog

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  5. Na comissão da TAP, ainda não vi nada de estranho. Tudo o que lá tem sido dito, é normalíssimo em qualquer média ou grande empresa. O que leva a pensar que até nem será tão mau como os media o anunciam. É que nessas grandes empresas, aquilo é a coisa mais básica, dos super básicos, que acontece. A única coisa que a comissão anda a fazer é reduzir o valor da TAP, para voltar a ser vendida muito abaixo do seu real valor, assim como fizeram com a CP Carga, em 2015, que ainda hoje recebe 11,6 milhões de euros anuais, pelo aluguer de máquinas e carruagens, à CP, que são de passageiros e o governo colocou na Carga, quando a vendeu, para a CP lhes garantir lucros até 2030. Até o Marcelo passa por mentiroso, pois ele próprio (e 100% dos professores, desde que não façam parte dos novos sindicatos) fez as aulas de revisão, no dia anterior ao teste/exame. Qualquer empresa faz, várias, dessas reuniões antes de alguém ir "ao tribunal", para discutir os pontos mais importantes.

    O PSD está a negociar com o Chega e a Iniciativa Liberal, para ter um governo, como é o dos Açores. Será que dura tanto tempo, evitando que o FMI venha cá, pois a banca andará nos 40000 milhões de lucros anuais e o governo a pagar 8% de juros, nos mercados primários e 10% no secundário?

    A inflação vai baixar, assim que o BCE atinja os 4,5% de taxa de juro central, para fazer baixar os preços da construção, habitação e obrigar a produção a usar os lucros para a produção e não para dar dividendos ou prémios aos conselhos executivos (como aconteceu na pandemia e dispararam, loucamente, no ano passado). Infelizmente o desemprego vai subir, de volta, para a casa dos 6%. Mesmo com a situação da Ucrânia a ajudar (já que temos de produzir mais coisas localmente), será normal. E o maior problema não é no crédito para habitação (como aconteceu em 2007-2011) é nos créditos multi-uso e nos cartões de crédito. Quase 90% dos utilizadores pagam centenas de milhões de euros em comissões e juros, desnecessariamente. Ainda agora há pessoas a marcar férias e a fazer créditos que terão taxas de juro bem acima de 15%, ao ano. A médio prazo será um tsunami e a banca continua a impingir, para manter o estilo de vida, como era em 2019.

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  6. Não se esperava tanta incompetência e trapalhadas!

    Bom fim-de-semana.
    Um abraço

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