
Nos últimos dias/tempos, temos sido surpreendidos pelas condições desumanas que a imigração descontrolada no país está a provocar.
Denúncias gravíssimas de escravatura, em pleno 2023, num país da União Europeia, seja nos campos alentejanos (e o que motivou o espancamento do cidadão moldavo em Beja), seja nas lojas dos grandes centros urbanos, seja na construção civil. Ainda hoje, lemos que imigrantes pagam 100 Euros para dormir num ... barraco no Algarve. Os alojamentos locais dão lugar a habitação permanente de dezenas de pessoas são condições de vida, de salubridade e sem futuro. Por sua vez os senhorios, cobram o lugar do colchão a peso de ouro.
Esta semana ouvi uma reportagem em Vila Nova e Mil Fontes, onde as pessoas locais se queixavam da invasão, ameaças, violência e perda de identidade da localidade. Este choque de culturas leva os extremos e a que os discursos xenófobos peguem rastilho.
Todos sabem que há máfias associadas a este tráfego de seres humanos, na base da ilegalidade e violência. Porém, parece resultar porque aumenta de dia para dia.
No meio de tudo isto, ainda leio as ideias peregrinas de querer mudar o hino, de querer o nome das ruas, de querer retirar os brasões dos espaços públicos portugueses. É um tema que merece uma reflexão. Até que ponto, não estamos a querer ocultar a história, o esforço e vida de todos que lutaram pelo pelo país e a querer retirar-lhe o orgulho.
Com tantos problemas, faz-me ainda confusão estas almas que se ocupam com estes temas.
Será que os dinos de santiago e as Beatrizes Gomes Dias do nosso país não têm mais nada de útil para fazer? É que são estes discursos que alimentam a xenofobia e os Chegas e sem qualquer necessidade.
Parecem estar a ignorar o 'elefante na sala'.... não é porque a sociedade nada faz, que os problemas desaparecem, de facto!!!
ResponderEliminarSempre bom lembrar!!!
Beijinhos!
Boa semana!
Não temos que renegar a nossa História, o passado não pode ser alterado, o melhor é convivermos, o melhor possível, com os povos com quem nos cruzamos.
ResponderEliminarBoa semana.
Um abraço
Tens toda a razão! De vez em quando visito algumas aldeias que estão cada vez mais vazias, pobres e tristes!
ResponderEliminarBjxxx
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Numa semana em que foram os imigrantes a fazer brilhar Portugal.
ResponderEliminarNem de propósito.
Abracem quem sente o país.
Mas se o passado não pode ser mudado, porque não pegar nessa mesma história e tentar fazer diferente no futuro?
ResponderEliminarRealmente há tantos problemas e mais graves que isto é demais. É só para encher chouriços. Têm que apresentar trabalho e sai isto.
Beijocas
os Dinos falam de problemas para os que nascidos cá, ou crescidos cá, mas com raízes africanas, não são acolhidos, tratados, como nacionais que são (a não ser quando recebem medalhas ou distinções estrangeiras - aí, é um brilharete).
ResponderEliminaros emigrantes de que mais se tem falado são carne para canhão vindos de países orientais - ao abrigo dos Vistos Gold de alguns, seus algozes.
os africanos para cá chegarem é uma luta (e metade dos vistos são negados só porque sim). a escravatura que está na moda é muçulmana e oriental. e isto não é feito sem querer: são peças para criar mais confusão entre pobres. os de cá, os enviados de lá, oriente) e os que são tratados como nem de cá nem de lá - os Dinos).
os Chegas, os SEF, os governos, nesse aspeto, estão todos do mesmo lado: a enganar os pobres, virando-os uns contra os outros.
se estivessem minimamente dentro do que se passa com vistos, regras de entradas...enfim....quase dá vontade de sermos nós a nadar para o outro lado para lavarmos a cara da vergonha....
uma coisa é o que se diz nos discursos para leigo ouvir... muito diferente aquilo que se faz nas embaixadas, consulados, SEF, etc.,.!
incomoda-me muito mais um nómada digital não ser direcionado para viver em outras zonas do país que não os grandes centros urbanos do que emigrantes habitarem vilarejos: qualquer vilarejo neste país se receber 10 emigrantes fica logo invadido! e esta mentalidade também tem que ser trabalhada porque é espelho da intolerância e pobreza de espírito... (se fossem camones cheios de dinheiro era uma alegria. como são desgraçados a trabalhar, já vêm invadir).
os portugueses em vez de falarem dos brasões históricos deviam falar mais dos bidonville dos anos 60. mas é típico de uma país velho: tem melhor memória dos tempos mais antigos do que aquilo que aconteceu mais recentemente.
Não acho que ideias como mudar o hino ou o nome das ruas se enquadrem no primeiro cenário que descreves. Os baixos salários, a discriminação no acesso ao emprego, o racismo, a dificuldade em encontrar habitação e sobretudo a probreza são problemas bem piores. Podemos somar e como referes o modo vergonhoso de funcionamento do SEF e a forma pouco ética (para não ir mais longe) como funciona. Mas o Dino e a Isabel preocupam-se com coisas acessórias, como branquear a história. E sobre isso não me identifico e critico.
ResponderEliminarÀs vezes dou por mim a pensar que cada vez mais o país segue interesses que não são os nacionais e que há um grande grupo de portugueses que deve odiar ser português - porque esse é o único motivo que vejo para odiar a sua história. E além de odiar ser português só se sentem bem a criar pontos de fricção entre as pessoas.
ResponderEliminarE agora tenho de chamar os bois pelos nomes: esta extrema-esquerda, com estas atitudes e comportamentos impostos à sociedade portuguesa à sombra da desculpa de que quem pensa de forma contrária é fascista, xenófono, etc, sem se aperceber, está a alimentar, a olhos vistos, o extremo oposto.
A sociedade tem de entender de uma vez por todas que lá porque a esquerda está conotada com os acontecimentos do 25 de Abril, não temos de aceitar Ad Aeternum tudo o que dali vem.
"cobram o lugar do colchão a peso de ouro"
ResponderEliminarEsta semana, no jornal do minho, descobriu-se que um restaurante, bem perto da minha zona, que fechou, o senhoria aproveitou o espaço para alugar camas a 450 euros.
E há cerca de três semanas, no prédio onde vive um dos meus sobrinhos, houve um incêndio numa das lojas ( não atingiu os andares, e o meu sobrinho nem deu por nada, nem sequer pelos bombeiros, só soube no dia seguinte).
Quando lá foi ver, estavam alojados imigrantes a pagar 100 euros cada um pelo espaço.
Estava um número grande de imigrantes, não sei dizer quantos.
É isto que temos por cá: oportunismo, sede de dinheiro, economia paralela ( ouvi na rádio que o valor desta dava para pagar durante 5 anos, o salário dos funcionários públicos), egoísmo, escravidão... Uma sociedade que olha para o seu umbigo e está a tornar-se , e não me canso de dizer, cruel.
Bom fim-de-semana.