
Este fim de semana, realiza-se a festa da Nossa Senhora da Ajuda.
Faz parte das minhas memórias de infância. Marcava o regresso à escola.
Lembro-me de no domingo de festa de ir com os meus avós à romaria.
A rua abaixo da linha do comboio estava repleta de tendas, carroceis e um mar de gente. A minha avó comprava sempre uma ficha para o carrossel, melindres e nozes. Era tradição. às 17h, marcávamos posição para ver a procissão.


Hoje, fui caminhar para os lados da festa e fiquei tão triste. O enterramento da linha descaracterizou a cidade completamente.
A rua estava despida, fria com pouquíssimas tendas e os passeios larguíssimos ainda criam a sensação de maior vazio. Pode ser mais seguro, mas não é o que era. De longe.


Como nem tudo é mau, este ano tornaram-se a pintar os mosaico no sal marinho grosso pelas principais rua da cidade.
Mesmo assim, tentam manter as tradições com pinturas muito bonitas.
ResponderEliminarBom domingo!
Um abraço
Acima de tudo, a tradição mantém-se.
ResponderEliminarTudo muda...
ResponderEliminar(nem sempre para melhor...)
Resto de dia Feliz e Boa semana!
Muda-se em prol do modernismo, mas nem sempre modernizados, por vezes, estragamos e depois já é tarde para voltar atrás . Abraço
ResponderEliminarAdoro estas festas
ResponderEliminarBeijinhos
Uma Semana Feliz
Gosto muito destas festas assim, mas é como dizes, está-se a perder muita coisa.
ResponderEliminarBeijocas
Esses mosaicos ficam deslumbrantes *-*
ResponderEliminarEncontras explicação para tão pouca gente?
ResponderEliminarEncontro: a população está a envelhecer. Os mais novos estão afastados da religião ou são olham para ela quando precisam, resolvendo a fé com 1 ou 2 idas a centros marianos por ano. As pessoas preferem ir aos concertos à noite.
ResponderEliminarNo caso concreto de espinho, o enterramento da linha e com o descampado há 20 anos no seu lugar descaracterizou a cidade.