
Não tenho falado muito da guerra por duas razões: i) já satura o tema e ii) é consensual o condenação e a simpatia coletiva pela condenação da Rússia e heroísmo do povo ucraniano.
Porém, não consigo resistir a manifestar o choque a práticas medievais e crueis como a violação de crianças e até bebés. Parece um ódio cego onde qualquer atrocidade, mesmo a mais macabra, é cometida. Que futuros adultos serão estas crianças?
Ver corpos de pessoas comuns com as mãos atadas, mortas e o corpo cheio de nódoas negras é de uma crueldade atroz. Pessoas sem comida, sem água, a comer cães para matar a fome? Não percebo quem possa achar isto uma desnazificação. Não percebo como há um partido político português que concorda com esta atitude.
Admiro a resistência do povo ucraniano que luta como pode, que chora os seus mortes de uma guerra que não pediu, do próprio presidente ucraniano que luta pelo seu país com as armas que tem. Uma delas está-se a revelar muito poderosa: a comunicação. Está a conseguir a atenções do mundo, está a conseguir ser ouvido. E vai a todos os países, mesmo até aos pouco influentes como é o nosso. Essa empatia coletiva e passadeira vermelha nos parlamentos europeus está-se a dar visibilidade e heroísmo.
Já se fala que Putin a segui vai invadir a Moldávia Fica a sensação que Putin está cego pelo poder e tem de ser parado. Pode-se confirmar aquilo que os ucranianos argumentam: a loucura da Rússia não vai ficar por aqui.
O Covid demorou dois anos, quanto tempo demorará esta guerra? Quando aceitará a Rússia a derrota? Será que a vai aceitar?
E que escalada tudo isto irá tomar....???
ResponderEliminarSinto toda essa inquietação!!
Beijinhos
Para mim, Putin não aceita a derrota, pensou abocanhá-la toda, de uma só vez, mas parece não ter conseguido, não esperava tão grande reação dos Ucranianos, nem do resto do mundo. Mas, se o deixarem vai tentar apanhá-la às fatias, e tentará expandir o império até onde conseguir ou o deixarem. Tál e qual o Hitler.
ResponderEliminarÉ isso mesmo. Fizeste um bom resumo. Não diria melhor. Ele não vai parar e não foram favas contadas.
ResponderEliminarNão estou otimista. Quando e em que circunstâncias isto parará?
ResponderEliminarPutin queria alargar a sua influência os territórios que considera russófilos e que, curiosamente, são todos os que fazem fronteira com o mar.
ResponderEliminarA água, o acesso é água, é sempre a maior causa de guerras.
acesso à água
ResponderEliminarEle quer aquilo pelo que o outro lutou/trabalhou. Trabalhe ele também.
ResponderEliminarÉ de louvar a atitude do Presidente Ucraniano. Muitos deviam-lhe seguir o exemplo.
Beijocas
Plenamente de acordo contigo!
ResponderEliminarInfelizmente é a prova de que a crueldade do "Ser Humano" não tem limites... tão triste!
Sobre a guerra na Ucrânia ... é uma uma crueldade isto que a Rússia está a fazer e ninguém os pára????
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Dia
Uma guerra que o povo ucraniano não fez nada para ser invadida.
ResponderEliminarCruel é Putin e a sua comitiva.
Das duas uma:
ou o povo russo dá cabo dele, e aceita a Ucrânia , apesar de destruída, como um país amigo e livre; ou vamos ter a Europa invadida e cheia de feridas que dificilmente serão curadas.
Se se lembrassem que o Zelezny foi eleito pela extrema direita ucraniana, talvez percebessem, parte, da posição dos comunistas. Nem é apoio à Rússia, é dizer que não apoiam a extrema-direita, seja lá em que situação for...
ResponderEliminarO Chega mostrou que é a mesma coisa: na segunda-feira, no final da sessão comemorativa do dia da liberdade, mal os antigos combatentes começaram a cantar o Grândola Vila Morena, os 12 deputados, atropelaram vários jornalistas, para conseguirem sair da sala, o mais depressa que conseguiram, tal era o "crime que se passava na câmara solene" (Pedro Brazão).
PS- O Putin tomou posse da Transnístria em Maio de 2014. A província tem mais de 2000 soldados russos, de 3 batalhões, que impediram o exército da Moldávia de recuperar o controlo daquela área, na fronteira com a Ucrânia. O governo, ilegal, apresentou o pedido para a região ser parte da Federação Russa, como fizeram com a Crimeia, logo após a anexação, sem resposta do Putin. A Europa fechou os olhos, como fez com a Crimeia, pois a região andou em guerra, nos anos 90, logo após a queda da URSS, querendo ser autónoma e usarem as leis da URSS. Como nunca conseguiram acordos, com os Moldavos, aquilo esteve em águas de bacalhau até à anexação da Crimeia. Um das razões actuais é que aquela região está com muito poucas divisas, pois os russos deixaram de pagar as ajudas e os moldavos não lhes dão nada e cobram alfândega para coisas importadas da Europa.
Putin é um ditador! E já aprendemos com a história, o que os ditadores querem... O Putin só para como os outros pararam. Atenção que o covid não acabou.
ResponderEliminarNão há palavras, eu ainda que esteja informada, desisti do noticiário...
ResponderEliminarNão acredito que vá aceitar. A coisa tem de ser feita de modo que lhe dê uma falsa sensação de vitória. No meio disto tudo, preocupa o que aí virá, quem se seguirá e a certeza de que o futuro de todos nós não será bem como tínhamos pensado. Ainda assim, quem se lixa é o mexilhão e esse tem sido a Ucrânia, a quem todos gabam a coragem mas quem ninguém ajuda verdadeiramente.
ResponderEliminarPutin está a ser o testa de ferro de alguma entidade que desconhecemos. Ou se calhar até não!
ResponderEliminarPequim anda tão calada!