Duas metades

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Vamos voltar novamente ao confinamento e a incerteza volta a pairar no ar... já não há a esperança da vacina e começa a haver um padrão: um aumento de casos de covid no Inverno.


 


Ao fim de dois anos concluímos que há duas metades no ano:


- de Maio a Dezembro onde podemos fazer planos, cuidar da nossa saúde física e mental, viajar, socializar e ter alguma normalidade.


- de Janeiro a Abril confinados, com restrições, sob ameaça de limitações e a viver na ansiedade dos números que as televisões mostram (e a aturar o Ricardo Mexia e a Susana Peralta a comentar em tudo o que é canal ).


 


Posto isto, o que podemos fazer para inverter a situação: vacinamo-nos, cumprimos a tirania implícita nas limitações, resignamo-nos e adaptamo-nos a este padrão. A esperança de evitar estas restrições agora virou zero.


 


PS.: Mais uma vez o teletrabalho vai ser obrigatório em Janeiro (não acredito que seja "só" uma semana - devem ser 4 meses como em 202 e 2021), na altura de mais frio e lá vem o aumento na conta de eletricidade uma vez que se estivesse na empresa não gastaria tanto aquecimento.

Comentários

  1. É verdade. Parece mesmo que o ano tem duas metades. Numa delas temos a ilusão de que as coisas estão a começar a encaminhar-se e de repente... nada disso!
    Obrigada pela partilha!

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  2. Ainda será preciso mais uns dias para saber se é assim...
    É que estamos a testar quase 20 vezes mais do que aconteceu há 12 meses atrás. É natural uma subida (até está muito curta quando comparada com outros países) dos casos positivos. Com muito menos internamentos, é a parte que a vacina resolveu. Na parte dos falecimentos também existe um ponto que tem sido ignorado: o maior número de mortes está a acontecer na altura de maiores variações de temperaturas e humidade. Também altura de mais mortalidade na população mais idosa.
    As mutações... no ano passado tivemos a "temível brasileira", que desapareceu de circulação em 6 semanas, sem deixar cartões de visita. Esta também deve ser a mesma coisa que a colega sul-africana, aparecida em Outubro de 2020, que apareceu e desapareceu sem terem percebido de onde veio e para onde foi. Desde que vacinados, algumas precauções e a pandemia será controlada.
    (Nas tvs é de rir quererem mais gente vacinada quando 48% da população foi vacinada entre Junho e Agosto de 2021... 180 dias, não permitem vacinar este mês mas, os "especialistas televisivos", querem 87% da população vacinada, antes do Natal e cumprindo os 6 meses de intervalo. )

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  3. Com as eleições à porta acho que não vão facilitar. As perspetivas não são muito otimistas, com os media a serem os profetas da desgraça ao darem amplo destaque ao "agravamento dos números". Já Trump dizia, com mais testes, mais casos positivos se detetam, naturalmente. Tbm olho para o número de internamentos.

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  4. Agora já não temos a esperança da vacina. Vemos as TV's e dirigentes do país a colocar medo na população.

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  5. Vamos ver o que o Natal e o Novo Ano nos vão trazer!
    Bom fim-de-semana!
    Um abraço

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  6. As minhas filhas querem ir aí no final do mês.
    Vamos ver se não dá bernarda…
    Boa semana

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  7. Se "bem" conheço a minha empresa, só vou estar mesmo essa semana em casa e e!
    Nem sei se essa semana fico em casa, porque eles aqui já nem máscara usam.
    Já eu, nunca a tirei.

    Beijocas

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  8. Uma realidade com a qual teremos de aprender a conviver e criar estratégias para manter a "Saúde Mental"...
    Cuida-te!

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  9. Disse "não gastaria tanto aquecimento". Mas não gastaria nada em aquecimento, se não estivesse frio. Já viu que o dito aquecimento global pode ser bom.
    E também ajudaria na COVID-19.

    Para mim podia ser sempre Verão.

    Em relação ao resto, temos de nos adaptar. Os que têm problemas com a saúde mental é porque são muito sensíveis.

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  10. Percebo o desânimo. Em dados momentos, tenho-o sentido, mas também tenho procurado acreditar que não voltamos atrás. Há um padrão nesta porcaria, concordo contigo. Como diz um conhecido meu político: protejam-se mas não deixem de viver. A luta é essa. Ânimo, Último. Vais ver que as coisas vão ser diferentes. Não te esqueças que há eleições

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  11. A minha sobrinha já entrou em teletrabalho, esta semana que passou.
    Se bem que ela ia duas vezes por semana à empresa, o outros dias eram em casa.
    Oxalá não piore, porque com as crianças em casa, é o desespero.

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  12. Uauu!
    Venham as filhas.
    E o Pedro, não vem?

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