
Nos últimos dias, houve a polémica Superliga europeia cujo conceito ainda antes de nascer, morreu. Durou pouco mais que 2 dias.
O que me interessa sublinhar foi que mais uma vez houve um conluio de interesses do mais ricos, para deixar na margem os mais pobres. O caso foi de tal forma mediático que envolveu as altas instituições políticas europeias (até António Costa falou...) e essa pressão fez ruir o projeto. Diria mais esta que os adeptos.
Este exemplo excentrico do futebol mostra a forma como o negócio, os investidores e os Euros podem transformar o desporto em algo perigoso e repleto de desigualdades.
Primeiro eu, segundo eu, terceiro eu.
Para quem dizia que viemos melhor da pandemia, não viemos! Viemos mais egoístas.
Dizes muitas vezes essa última frase e eu era uma das que acreditava que de facto estavamos a melhorar. Não estamos.
ResponderEliminarE da notícia, nada posso dizer. Nem ouvi nada sobre o assunto.
Beijocas
Plenamente de acordo contigo!
ResponderEliminarDia Feliz!
Cuida-te!
O poder, o dinheiro viciam, nunca é suficiente.
ResponderEliminarAinda bem que a Superliga "morreu à nascença"
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Dia
Infelizmente cada vez o ser humano está mais egoísta!
ResponderEliminarEsta superliga seria contra tudo aquilo que é o futebol por natureza!
ResponderEliminarInfelizmente, também acho que saímos mais egoístas e intolerantes da pandemia. Em relação a tudo
O projecto não morreu.
ResponderEliminarEstá em pausa.
Os gulosos vão voltar à carga.
Se fosse só no futebol que se visse o egoísmo... mas infelizmente é como diz "Primeiro eu, segundo eu, terceiro eu"....
ResponderEliminarTens toda a razão...o egoísmo do homem está a atingir proporções assustadoras!
ResponderEliminarSomos todos iguais, para quê cavar ainda mais o fosso da desigualdade?!
A pandemia para além de nos tornar (ao homem) mais egoísta, também creio que ficaremos cada vez mais individualistas!
Grande abraço.
Enquanto houve "vida", não há de ser uma pandemia que acaba com a ganância. O desporto profissional está muito afastado do "não é pelo dinheiro, é pelo desafio". Está bem, está. No geral, o desporto amador une, o profissional segrega e humilha. Um pouco o reflexo da sociedade, no fundo.
ResponderEliminarAbraço
primeiro eu, segundo eu
ResponderEliminarNão tem nenhum valor acrescentado!
ResponderEliminarBoa semana!
ResponderEliminarA montanha pariu um rato!
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