
Defendi que no Natal, sendo uma época de muito afeto na nossa cultura, as restrições deviam ser aligeiradas, a pensar na solidão dos que vivem sós.
O problema foi que algumas pessoas esqueceram que andava um vírus à solta (eu verifiquei no Instagram - nem aí houve contenção). Nada de máscaras, muitas pessoas nas fotos ...
A responsabilidade deveria ser individual. Uns protegeram-se, outros não. Agora, estão aí as consequências.
Ao nível dos negócios, o Natal acabou por ser o balão de oxigénio para aguentar os subsídios de Natal e as próximas semanas.
Vem aí o confinamento, com todos conscientes que é a única solução para baixar os casos, até pelo exemplo do que aconteceu em Março (se bem que aí estávamos na Primavera, com menos propensão para resfriados).
Desta vez, já estamos mais preparados para o confinamento, na medida em que já passamos por um. Porém, para quem já estava mal, seja mental, social ou financeiramente (pessoas e negócios) vai ser mais um prego num caixão difícil de desmontar.
As escolas, pelo menos, vão manter-se a funcionar, com alterações profundas em tudo o resto.
Vai ser a correria aos serviços nas próximas horas para assegurar o abastecimento para o próximo mês e vem aí em força o comércio online. As estruturas e alguns bens devem ter sido reforçados. Será que o fermento de padeiro vai esgotar?
Por outro lado, com o frio que está, vai custar menos ficar fechado em casa. Até vai saber melhor ficar na cama até tarde. O que vamos poupar em combustível para ir trabalhar, vamos gastar na electricidade.
Parece que sim ... aí vem novo confinamento
ResponderEliminarBeijinhos
Resto de Dia Feliz
Nunca concordei com a "abertura" no Natal. Este povo é indisciplinado .
ResponderEliminarLá vamos para novo, e esperado, confinamento.
Beijo.
Cuida bem de ti.⚘
Essa foto é de Cortegaça...??!! Que saudades de passear por lá....
ResponderEliminarTemos de ter cuidado, por nós e pelos outros!!
Beijinhos
Temos de dar uns passos em frente, utilizar mais o online, sem açambarcamentos, porque a produção vai continuar e nada vai faltar.
ResponderEliminarBoa tarde!
Não estava à espera de mudar de ano e ficar tudo bem, mas contava que, pelo menos, as coisas estivessem a melhorar. Infelizmente, a irresponsabilidade vai pagar-se cara
ResponderEliminarUns mais que outros vão sofrer muito.
ResponderEliminarSocialmente foi, e é, um desrespeito, sabendo todos nós que é muito grave para tudo e todos.
Infelizmente há sempre uma percentagem de indivíduos irresponsáveis que, com as atitudes irreflectidas, acabam por condicionar a Vida de toda a Comunidade! :(
ResponderEliminarCuida-te!
Que seja para o bem de todos!
ResponderEliminarHouve de tudo, mas muita gente sem cuidados. eu próprio vi nas partilhas nas redes sociais e pessoas com quem falei.
ResponderEliminarVamos sim. Espero que desta vez um mês seja suficiente.
É sim :) Tirei-a em 2020 após o 1º confinamento :p
ResponderEliminarDa outra vez não houve açambarcamentos e nada faltou. Por essa razão, desta vez temos de confiar nos abastecimentos igualmente. acho que a maioria das organizações e sistemas estão mais preparados.
ResponderEliminarEsperemos que seja rápido para que Março comece uma liberdade nova e em segurança.
ResponderEliminarVi muita gente a pisar o risco sem necessidade.
ResponderEliminarOs abusos que agora afectam todos.
ResponderEliminarTambém concordei com o aligeirar das restrições no Natal, pois jamais ia deixar a minha mãe sozinha. No entanto, houve abusos e o resultado está à vista.
ResponderEliminarNão estou de acordo com as escolas não fecharam, têm de deixar as janelas abertas, os miúdos passam muito frio, temo que adoeçam por falta de condições.
Bjs
Fantástico como existem pessoas que sorriem e já estão em pulgas pelo confinamento... Das duas uma, ou são funcionários públicos ou malta que vive de expedientes, do trabalho não é com toda a certeza.
ResponderEliminarE lamento discordar e não embarcar no politicamente correcto, mas não estamos preparados para novo confinamento e não é a única solução. A história encarregar-se-à de demonstrar isso. Além disso, a economia não vive de balões de oxigénio natalícios para pagar subsídios e sabemos como muito do dinheiro do layoff acaba ;-)
Mas afinal, chamam-nos laxistas e ainda nos castigam por isso como se fossemos crianças e todos achamos normal, nem o norte-coreano faria melhor!
Bom Ano!
ResponderEliminarEis um bom resumo do que por aí vem. Partilho dessa opinião.
E de facto, saberia muito bem ficar em casa, debaixo da mantinha...
Eu ainda estou na dúvida se fico em tele trabalho, se vou de lay off, se tenho mesmo que ir para a empresa. A ser, acho que vou sair normalmente.
ResponderEliminarJá o marido, deve ser ele desta vez a vir de lay off.
Eu já estou saturada, como toda a gente deve estar. Só o tele trabalho é que não me importava de manter, a ir 2 dias por semana à empresa para impressões e afins.
De resto, faço mesmo tudo em casa. Tenho tudo em dia.
Olha, e já começou o ridículo de acabar o papel higiénico ...
Beijocas
Se não nos consciencializarmos que o fim da pandemia, depende da atitude consciente de cada um, nunca mais daqui saímos.
ResponderEliminarFaço tuas as minhas palavras!
ResponderEliminarColhemos hoje o que plantámos como país! Sem exceção, já sabíamos que havia uma fatura a pagar... Resta ter força de vontade para aguentar e acreditar que há de haver tempo para nos reinventarmos. Força💪
ResponderEliminarera uma balança - previsível mas será que se houvesse restrições estaríamos com uma colheita "melhor"? Não sabemos.
ResponderEliminarbemvinda de volta! :)
ResponderEliminarComeço pelo último ponto. Poderia ter sido pior que era impôr-nos restrições no natal. vejo muitos comentadores e jornalistas a preencher o negativo da semana a criticar o governo por não ter imposto restrições. e se tivesse imposto retrições natalicias e agora estivéssemos tal e qual como estamos hoje?
ResponderEliminarqto ao confinamento, resigno-me perante os especialistas. dizem que é a forma para baixar os casos, tal como aconteceu em Março. Não tenho conhecimentos técnicos para discordar e propor alternativas.
Benvinda de volta!
ResponderEliminarTenho de reconhecer que poderia ter havido algumas restrições sem confinar no Natal. Eu próprio as pratiquei... Todavia, bastava ver os centros comerciais...
ResponderEliminarUm problema crónico nacional: falta de planeamento.
Obrigada [<)].
ResponderEliminarAcho que há uma coisa que nós estamos todos a esquecer. Não são as pessoas que fazem o vírus. A propagação rápida nesta altura do ano era expectavel como já o tinha sido em janeiro. O confinamento é uma forma de controlo é certo mas sinceramente, e portanto sou profissional de saúde e ando nesta guerra há meses, a maior parte das contaminações não são necessariamente em grandes grupos. Esta acusação diária, que está a ser tão veiculada em Portugal muito por culpa da comunicação social, de que a culpa é das pessoas é não só culpabilizante como de má índole. Vira-nos uns contra os outros mais do que nos une uns contra os outros. E outra coisa: todos os países a volta reconfinaram e Portugal ainda não. A França vai provavelmente aumentar as medidas restritivas esta noite outra vez... E ainda dizemos que os portugueses de uma forma geral não cumprem... Beijinhos Último
ResponderEliminarSei de grupos que devem ultrapassar os 5000 jovens (entre 15 e 30 anos) que viajaram "normalmente" para irem passar o fim de ano a discotecas algarvias ou da região do Porto e/ou Viseu. Mesmo com toda a polícia a controlar o trânsito, centenas de milhares de automóveis fizeram viagens que ultrapassavam 5-6 distritos... graças ás redes sociais. É que geraram mapas que permitiam saber onde estavam as autoridades. Assim, surgiram as opções para usar estradas locais, fugindo aos controlos. Vi um que permitia ir de Braga a Albufeira, 11 horas de viagem, usando estradas que não tinham controlo policial.
ResponderEliminarAqui 3 das festas foi interrompidas pelas autoridades (bebedeiras de pessoas que lá estavam, intervenção do INEM e pessoal multado, diz-se que é por causa do proprietário desta discoteca que o governo agravou as multas, terá ido, para as redes sociais, gozar com a multa de 8400 euros... para uma noite em que fez mais de 50000 euros), dezenas foram feitas dentro de discotecas (no Meco 5 discotecas estiveram lotadas, na manhã do dia 1, havia pessoal à procura do carro, a 7km da estrada, pois tinham deixado longe, como era exigido, fizeram o caminho a pé, não se lembravam do local certo onde o deixaram). Em Sesimbra, há 36 casos provenientes de uma festa, num pavilhão desportivo, organizado por uma associação de estudantes universitários, de Lisboa (se ali há infectados, em Lisboa estarão muitos mais), também usaram estradas interiores para virem, pelo Ribatejo e voltarem para a cidade, evitando as brigadas.
Com isto, não é possível de reduzir as infecções... com a chegada do frio, aconteceu o que é normal nos hospitais nesta altura do ano (há deputados (Ricardo Baptista Leite) que descobriram que os hospitais ficam superlotados este ano, coisa que nunca acontecia...): com sintomas semelhantes, vai tudo ao teste. Mais positivos aparecem e torna impossível retraçar a origem do surto.
Surpreende-me a criatividade e a vontade de fazer esse esforço de viagem para beber uns copos e dançar com outras pessoas. Eu não o faria xD Ontem partilharam nas redes sociais com fotos um grupo de adolescentes (deviam ser da mesma turma) junto a um edifício público todos sem máscara e juntos depois das aulas. Denunciaram à polícia e esta respondeu que não tinha viatura disponível. Assim, com irresponsabilidade não vamos lá. Continuo sem perceber pq as escolas secundárias (e mesmo o 3º ciclo) e universidades continuam abertas.
ResponderEliminarAinda esta semana estavam adolescentes todos juntos e sem mascara nas escadas de um edifício público depois das aulas. Acho que chegamos àquela fase em que um descuido junto de um infetado é suficiente para contrair. A questão é: qual é a solução mais eficaz?
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