
Depois de má experiência com Um oficial de Malta, a minha irmã comprou este livro e arrisquei lê-lo.
Falar e ler de Auschwitz e dos horrores do Nazismo não é das coisas que mais me interessam. Um período negro da nossa história, muito negro e muito maldoso. Já tinha lido elogios no blog da nossa querida blogger Marta Elle.
Li o livro numa tarde, tal forma cativante, bem escrito, um retrato de uma história real, mas sem ferir o leitor. Fala dos sentimentos, angústias, modo de funcionamento e do que cada um fazia para viver mais um dia no campo de concentração. Admirei isso na escrita de Heather Morris.
Nestes tempos de confinamento, em que a nossa liberdade está confinada a uma casa leva-nos a conhecer outras realidades e faz-nos pensar: podíamos estar bem piores.
Um bom livro e dos melhores que já li. Dá sempre vontade de ler a página a seguir, conhecer o detalhe seguinte.
Esta é a história assombrosa do tatuador de Auschwitz e da mulher que conquistou o seu coração - um dos episódios mais extraordinários e inesquecíveis do Holocausto.
Em 1942, Lale Sokolov chega a Auschwitz-Birkenau. Ali é incumbido da tarefa de tatuar os prisioneiros marcados para sobreviver - gravando uma sequência de números no braço de outras vítimas como ele - com uma tinta indelével. Era assim o processo de criação daquele que veio a tornar -se um dos símbolos mais poderosos do Holocausto.
À espera na fila pela sua vez de ser tatuada, aterrorizada e a tremer, encontra-se Gita. Para Lale, um sedutor, foi amor à primeira vista. Ele está determinado não só a lutar pela sua própria sobrevivência mas também pela desta jovem.
Fica na lista!
ResponderEliminarJá li sobre este livro.
ResponderEliminarTudo o que fale de guerras, faz-me doer a alma.
É verdade, podíamos estar bem piores, por isso é que temos de estar atentos para a história não se voltar a repetir - afinal nem ainda passaram 100 anos...
ResponderEliminarDe certeza um bom livro e uma história que cativará!
ResponderEliminarAinda tenho dois para ler...quem sabe depois não tentarei pegar nesse!
Grande abraço e bom fim de semana!
Sobre o Hitler, os campos de concentração, o nazismo e Hitler eu li tudo o que me passou pela frente dos olhos. E gostaria de ler este também, o problema é encontrá-lo.
ResponderEliminarNunca o li mas já peguei nele várias vezes
ResponderEliminarBeijocas
Tenho lido vários livros sobre esta temática mas ainda não li este!
ResponderEliminarFica Bem!
Tenho-o na minha lista :)
ResponderEliminarSe já leste vários, então este pode não acrescentar grande coisa. :) Bom fds
ResponderEliminarParece ser um bom livro!
ResponderEliminarBoa noite
Também não é um tema que me atraia em termos de literatura, talvez por ter aprofundado muito o tema quando fiz estágio, fiquei tão horrorizada que não é dos meus temas preferidos de leitura. Gosto de ler principalmente antes de dormir prefiro ler sobre outros temas e sou fã de fantasia e ficção. Mas pelo teu relato parece interessante.
ResponderEliminarEu tenho de estar sempre com o espirito bem fortalecido para pegar em leituras dessas. Já li e principalmente já vi centenas de documentários sobre o nazismo e os campos de concentração. Por isso não é mais um tema que me desperte a curiosidade.
ResponderEliminarSinto até algum descrédito por estarem sempre a surgir "novas" historias para se contar, de alguem que foi prisioneiro ou mesmo guarda num desses campos. Suspeito que existe jm tanto de oportunismo e exploração, visando o sucesso pessoal e o lucro. Nao so dos autores, como das efitoras. Tudo é um negócio mas nestes temas, prefiro que relatem historias por necessidade de informar ou por necessidade de desabafar. Que mesclem ambição e lucro em vendas mexe um pouco comigo.
Repara que virou "moda". Se fizeres uma pesquisa lacam-se livros todos os anos sobre hitler, sobre o holocausto, etc. É tema que rende, sempre vai render. Mas tem de encontrar novas formas de vender o mesmo peixe. E aí surge a individualização. Acho que sempre romantizam as historias e usam o amor em tempos de odio como isco de venda de livro.
Repara na quantidade de romances históricos que saem todos os anos como paes de forno. Respeito aqueles que deixam claro que se trata de uma história inventada. Mas que usam pessoas que existiram.
Muitos leitores nao prestam atenção e pensam que o inventado foi a realidade e que a duqueza x, o conde z, a filha do general p, o anante do rei, etc... É literalmente um retrato fiel. Quando é tão difícil realmente saber-se desses detalhes em tempos tao idos.
Bom, desculpa o longo texto.
Se gostaste é o que ibteressa.
Eu tenho para ler a Bibliotecária Auschwitz, vai ser o próximo!
ResponderEliminardeve ser da mesma temática. São tempos que dão que pensar: confinamento e que poderíamos estar bem pior. Boa leitura :)
ResponderEliminarPercebo. Nestes tempos de confinamento, faz-nos pensar.
ResponderEliminarApesar do ambiente conhecido ser terrível, gostei da história. Cativou-me!
ResponderEliminarBoa. Vale a pena!
ResponderEliminarGostei. Tbm tinha ouvido boas críticas, daí que não ter hesitado em lê-lo.
ResponderEliminarEste a minha irmã comprou. Algumas bibliotecas já estão a reabrir e já poderás lê-lo ;)
ResponderEliminarUma sugestão :)
ResponderEliminarBom ponto de vista. Já vi as coisas menos para aí viradas. Alguns dirigentes políticos estão com discursos nacionalistas, racistas e xenófobos cada vez extremados e com mais tempo de antena.
ResponderEliminarGostou da história? Leu tbm num ápice?
ResponderEliminarJá pensei muito sobre o tema . Horroriza-me sim. Mas também me horroriza numa época mais remota a Inquisição. Mas também me horroriza que morram todos os dias refugiados no Mediterrâneo porque lhes fecharam a porta na cara por assim dizer. Também me horroriza que se fale tanto no Holocausto e haja um grande silêncio sobre o genocídio dos Arménios cristão pelos Turcos na primeira guerra Mundial. Também me horroriza que a Praça de Tianmen tenha caído quase no esquecimento. Também me horroriza que Ruanda, Darfur, Zambeze sejam esquecidos e reincidentes. Também me horroriza o conflito Israelita/palestiniano onde parece que os judeus já se esqueceram dos direitos humanos. Que conflitos como o da Bósnia sejam esquecidas. Que o conflito da Síria com o Covid quase seja esquecido ... para quê insistir no tema se o resto do século XX e o dealbar do século XXI provam que as pessoas não aprendem nada com o passado???? Há outros livros que nos fazem pensar, não estão na moda , não são atuais , mas fazem-nos pensar O Germinal de Émile Zola, A Freira nos Subterrâneos de Camilo Castelo Branco, simplesmente magistral sobre o que se passava nos conventos. Também te posso aconselhar já numa perspetiva mais contemporânea, sendo um livro recente "Lisboa Nazi" do Sérgio Silva, vou ser honesta não li o livro, mas tive o privilégio de assisitir a uma ação de formação por ele sobre o Tema e por isso te posso garantir que é bom. Ainda não o tenho mas está na minha wislist . Beijinhos Boas leituras.
ResponderEliminarNão li o livro, li um comentário sobre ele.
ResponderEliminarMas depois existem aqueles que gostam de dizer que esses líderes é que tem a coragem de dizer o que muita gente pensa - bem, muita gente também é louca e não é por causa disso que o planeta é um hospício! (ou será?)
ResponderEliminarJá ouvi falar muito bem, agora ainda fiquei mais curiosa.
ResponderEliminarSem dúvida que vai ficar na lista.
Retive o de Camilo - quiçá não o leio em breve. Queria ver se as bibliotecas abriam ao público. A de Espinho ainda só tem take away mas não teme sse de camilo
ResponderEliminaré um bom ponto de vista!
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