
Nestes dias, tem-se falado entre muitos outros setores afetados pela crise, o da imprensa escrita.
Nestes sábados, tenho comprado o Jornal de Notícias. Além de ser um jornal que o meu pai religiosamente comprava ao domingo, gosto do jornal pelas suas notícias e histórias regionais, por ter jornalistas espalhados pelo país e por ser o único com a direção fora de Lisboa. Tenho reparado e até comentei em casa, que não tem tido publicidade. Mesmo os classificados estão reduzidos a nada. Não está fácil.
A Santa Casa de Misericórdia de Lisboa e a Fidelidade resolveram comprar algumas subscrições (e anunciar publicamente que o fizeram, claro!). Verifiquei ambas e pareceram-me equilibradas pois nestas duas seleções estavam todas as editoras nacionais representadas. Se mais algumas grandes empresas o fizessem, seria uma ajuda (claro que existem os argumentos de que os colaboradores podem ficar perdas de produtividade por estarem a ler o jornal no horário de trabalho, etc.. )
A imprensa livre e descomplexada é fundamental para uma população informada.
A propósito de não haver classificados, reparei, por mero acaso
, que a secção de "Relax" do JN não tinha anúncios. Coitadas/os das coelhinhas/os, até estas/es foram afetadas/os pelo COVID e, pior, vão ser dos últimos a retomar a atividade.
A crise "espreita" em todas as direcções!
ResponderEliminarFica Bem!
Toca a todos, a uns mais que a outros.
ResponderEliminarTenho reparado que agora grande parte das empresas, só mostram o que fazem para colmatar problemas associados ao coronavirus, so se esquecem que a prática do bem deve ser desinteressada, por isso, anonima.
Beijo.
Bom domingo
Opá que chatice ninguém escapa a esta crise que se está a instalar
ResponderEliminarA crise toca a todos!!
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Domingo!
Com que então tu espreitas as coelhinhas!
ResponderEliminareu costumo comprar o Jornal de Notícias para o meu pai (mas normalmente não o leio depois e não me apercebi que os classificados tinham desaparecido)
ResponderEliminarCoitadas das coelhinhas! O que farão elas para ganhar o "pão-nosso-de-cada-dia"? Bem puxei pela minha cachimónia, mas nada me veio à ideia!
ResponderEliminareheheheh
ResponderEliminarAs aparências tbm contam...
ResponderEliminarAfeta todos
ResponderEliminarSem dúvida
ResponderEliminarBoa semana
Longe de mim tal coisa O leio o jornal de uma ponta à outra ahahah
ResponderEliminarHás-de reparar na próxima vez :)
ResponderEliminarNão sei. Passar para o online, pode não ser a melhor solução. Há muita concorrência ...
ResponderEliminarO COVID está mesmo a minar todos os setores!
ResponderEliminarNão é tempo de 'relax'... :-D
ResponderEliminarExato.
ResponderEliminarNão sou muito fã de ler jornais,recebo semanalmente o da minha cidade que se chama "Reconquista" e também o da minha vila do qual não me lembro do nome,o da cidade não costuma trazer nada de especial para além das notícias habituais e dos falecimentos na cidade e nos concelhos da cidade,já o da vila costuma trazer poemas bastante bonitos e eu gosto imenso de os ler!! Mesmo assim,para notícias e noticiários,já bem basta o que vejo na televisão,aliás,agora com a estreia do bigbrother na TVI,acho que vou colocar as notícias e os noticiários de lado,acho que o bigbrother de 2020 vai ser um espectáculo a comparar com os que deram em 2000 e por aí fora!! Muito boa noite de domingo para ti,boa semana,muitos beijinhos e até breve!!
ResponderEliminarEstá tudo muito complicado, o país tem de ser solidário, quem ficou sem nada não pode ser abandonado.Ao Governo cabe dividir o mal pelas aldeias.
ResponderEliminarTêm de publicitar, faz parte da sua política de "responsabilidade social". Ao publicitarem, mais do que dizerem ao público que o fizeram, colocam pressão nas outras empresas. É a perversidade do sistema: não há almoços grátis.
ResponderEliminarBeijos aos dois
Não sei se o negócio avançou.
ResponderEliminarMas era suposto um empresário aqui de Macau (Kevin Ho) comprar o prédio do Jornal de Notícias.
Só uma pequena parte ficaria para o jornal e o restante ia ser convertido num hotel de luxo.
Aquele abraço, boa semana
Oh meu Deus, perdeste-me ali na última parte
ResponderEliminarA sério que reparaste nisso?
Beijocas
Até elas estão em crise!
ResponderEliminarE por falar nisto, ouvi dizer que um país qualquer lhes ia pagar um rendimento qualquer...
Não tarda e passa a uma profissão como outra qualquer...
Abraço, e uma boa semana para ti!
Obrigada pela explicação. Desconhecia.
ResponderEliminarBeijos aos 2
Pois, pois! Não deixas nada por ler.
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ResponderEliminarPobres coelhinhas.
Confesso que nem tinha pensando nessa questão ainda.
ResponderEliminarInfelizmente afeta mesmo a todos, os negócios não andam fáceis.
É curioso que tenho visto também muitas empresas a mostrar o seu contributo nesta fase, mas todas o dizem. Não censuro, estamos passando tempos difíceis, mas é suposto ser anónimo. Quem ajuda, ajuda por coração e não por fama.
A imagem conta muito. Sobretudo para inglês ver.
ResponderEliminarA verdade é que o negócio delas vai demorar a arrancar a menos que corram riscos. Um dos problemas são quem as controla e fica com os seus rendimentos.
ResponderEliminarClaro, leio o jornal todo :)
ResponderEliminarSafado!
ResponderEliminarEstá mau para todos :/
ResponderEliminarOu as primeiras...
ResponderEliminarPois, depende do risco que cada uma quiser correr.
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