
Não sei bem como abordar este tema para não ferir suscetibilidades, mas cá vai.
Fez-me um bocado de confusão alguma imposturice com que alguns "influencers" políticos abordaram (e se aproveitaram) da morte de Laura Passos Coelho.
Com todo o respeito pela doença dela e do calvário que ela e a sua família passaram, critico o oportunismo de comentadores e políticos falaram sobre isso.
Isto porque sobre as pessoas que morreram (e morrem todos os dias) nas salas de espera das urgências, como aconteceu em Fevereiro em Lamego, não falam. Não convém! É incómodo! Mostra a sua incompetência na gestão da saúde!
Se se chamassem Passos Coelho ou Amaral Dias, já haveria comunicados de imprensa e lamentos públicos, como agora houve.
PS: Lá por fora, continua a ser constrangedor e impossível ficar indiferente aos refugiados sírios na fronteira entre a Turquia e a Grécia. Não podemos fazer nada ao nível individual. Percebemos as partes, menos a da Síria. Ignorar é pior.
Concordo contigo...
ResponderEliminarQuanto à questão dos refugiados... é angustiante! :(
Boa noite!
Muito, ver aquelas pessoas naquele desespero. e fosse eu ou tu?
ResponderEliminarExactamente o que penso... já passaram por tanto e parece que não há fim à vista para tanto sofrimento! :(
ResponderEliminarNem sei o que dizer.
ResponderEliminarOlá.
ResponderEliminarO importante é o que vende... Infelizmente...
Bom dia.
é tão perturbador a questão desses refugiados, não aqueles que nos chegam de barcos com relogios no pulso e telemoveis no bolso, mas aquelas pessoas, crianças, naquele limbo de vida.
ResponderEliminarOra lá está, mais do mesmo.
ResponderEliminarTudo para um minutinho de "fama"...
Beijocas
Todos os dias morrem 50 a 100 pessoas nos hospitais públicos... uns por esperarem demais, outros porque andaram a gastar todo o dinheiro que tinham, em hospitais/clínicas privadas, acabando despejados à porta de um hospital público com a desculpa "já não podes pagar, morres depressa". Estes últimos não podem ser notícia, pois a ordem dos médicos e os advogados das empresas privadas de saúde, ameaçam as famílias com injunções e multas de milhões de euros. É por isto que só se fala das mortes no SNS, todos os dias. (Tal como foi a estória de alguém ter estado "fechada num WC do centro de saúde, mais de, 8 horas", depois diz que saiu de lá ao meio-dia, ás 4 da tarde, ás 6 da tarde, dependendo de qual é a televisão/rádio que a entrevista...)
ResponderEliminarA esposa do ex-primeiro ministro teve uma luta contra o cancro, perdeu-a. Até gosto da forma de pensar do Passos Coelho, não gosto é do bando de oportunistas que o rodearam (e que ainda continuam a mandar no partido). Foi alguém público que faleceu, tem direito a comentários televisivos.
A Turquia está numa encruzilhada: sofreu ataques e atacou as forças sírias. Com 4 milhões de refugiados, não sabem quantas centenas de milhares são apoiantes do regime do Assad, também não sabem quantos são extremistas, apoiantes do ISIS. Nada mais simples que despejar 250000 na Grécia, sempre garantem que os mais vingativos vão para a Europa, pois é quem tem mais meios financeiros para realizar as viagens até ás fronteiras gregas. (Os autocarros custam mais que viajar de taxi de Lisboa até ao Porto...por pessoa.)
Tanta coisa muito, mas mesmo muito importante e preferem ignorar!!!
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Dia!
Há sempre oportunistas :/
ResponderEliminarInfelizmente tem razão.
ResponderEliminaré muito perturbador. tanto sofrimento naquela gente. O que fazer?
ResponderEliminare o buzz infelizmente
ResponderEliminar**Bem vinda de volta :)
Obrigada meu amigo.
ResponderEliminarEsse oportunismo faz-me lembrar os abutres e as hienas... Mas porque será?! Enfim, será sempre assim. Os nomes e as aparências valem por tudo. Agora à mulher de César já não basta ser, tem de parecer.
ResponderEliminarEntendo o que queres dizer, mas há o reverso da medalha nesta coisa de figuras públicas, a senhora foi alvo de lamentáveis , cruéis e imerecidas críticas nas redes sociais. Não gosto do político com quem era casada, mas acho que não se pode nem se deve confundir as coisas. Bem as mortes da Síria assim como de outros assuntos que deviam prender a atenção do mundo deviam sim ser alvo de notícias, mas isso não invalida que não se lamente a morte da senhora.
ResponderEliminarLamento a morte e respeito muito a doença. Critico o facto de alguns políticos e comentadores darem o seu abraço público ao viúvo e não falarem de outros mortos causados pelas suas políticas irresponsáveis.
ResponderEliminarAté Marcelo falou. Não concordo com essa discriminação positiva por alguém que não fez nada de especial pelo país. FOi o populismo, o "parecer bem", o "marcar pontos na agenda" a falar mais alto. Da morte de outro português nas urgências de Lamego pq ninguém o assistiu não falou. Não se chama Amaral Dias nem Passos Coelho... É isso que critico.
Infelizmente é assim :(
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