Polémica sem sentido sobre o nome do Palácio de Cristal. A Altice também empresta o nome ao Pavilhão Atlântico e ao Forum Braga.
Entre um espaço decadente e uma sala renovada com o nome do patrocinador associado prefiro a segunda opção.
Quanto a Rosa Mota está no seu direito de discordar. Porém, acho mais foclore e de um oportunismo político, os partidos entrarem neste círco.
Sobre coisas mais importantes estão em silêncio.
É com cada polémica (???)!!!!
ResponderEliminarEsse da Rosa Mota eu nem percebi o porquê de estar lá tanto política...
ResponderEliminarBeijocas
Ela discorda da ordem do nome, porque teve reuniões que lhe garantiam outro nome e outro logótipo e aparência da entrada.
ResponderEliminarAcho que é essa parte que todos ignoram.
Mas compreendo onde queiras chegar.
A polémica tem, na minha opinião, todo o sentido: o pavilhão tinha o nome da atleta antes, quiseram manter-lho. Tentou retirar o nome por não querer estar associada a bebidas alcoólicas. Disseram-lhe que o nome dela surgiria destacado. Não surgiu.
ResponderEliminarA polémica, penso, tem a ver com a forma escabrosa como Moreira geriu o processo. Transformou em questão política e ética da CMPorto o que não o era.
E o argumento dele sobre não fazer sentido a recusa de associação do nome a uma bebida alcoólica quando a cidade está associada a um vinho mundialmente conhecido, apenas demonstra a inépcia do homem. Inépcia, e ignorância: o vinho é que foi associado à cidade, não a inversa, e há uma muito profunda diferença entre denominação de origem e marca.
Interessa desviar as atenções para o que importa pouco.
ResponderEliminarAinda assim, apesar de concordar com a tua ideia base, confesso que me faz espécie ver marcas tão "sectoriais" a patrocinar coisas tão transversais como o desporto.
É um pouco a ideia por trás de alguns comités de nutrição saudável financiados por marcas de hambúrgueres e refrigerantes.
Percebo que seja melhor do que não os ter, mas também me entristece um pouco.
Concordo, para mim é um "não tema".
ResponderEliminarPara mim tbm.
ResponderEliminarNeste caso é uma sala de espetáculos.
ResponderEliminarNo caso das provas desportivas, é constrangedor que a inscrição nalguns eventos pressuponha a criação de uma conta no site da Prozis.
Não concordo, o património não é para vender, é para as pessoas usufruírem.
ResponderEliminarNão vejo grande mal porque a empresa de bebidas financiou parte da reconstrução. Se não fosse ela, talvez não houvesse "património". Sobretudo no Norte, onde os fundos públicos não abundam.
ResponderEliminarHonestamente é uma não questão na minha opinião. Se não fosse esta reconstrução seria mais um edifício devoluto na cidade. Pior, nem percebi pq é que o BE e o PR tomaram partido nesta questão. Não é política. Se o BE estivesse preocupado com a aplicação da taxa turística na cidade, era mais acertado. Ou em reclamar melhores condições sanitárias na Baixa também era mais acertado.
ResponderEliminarIsso não invalida, claro, que as pessoas se queixem quando se sentem injustiçadas.
está no seu direito de indignar, mas no meio disto tudo parece-me uma "não questão" :)
ResponderEliminarTomaram partido porque Moreira tentou um papel de mediador que lhe não cabia e arrastou a CM para uma questão que não o era: Rosa Mota queria afastar-se, afastava-se pois a recuperação do pavilhão era para a CM importante, e Moreira propunha o nome de Rosa Mota para outro espaço. Ou, em alternativa, Moreira teria imposto o nome original, abdicando do naming nos termos em que a cervejeira o impôs.
ResponderEliminarA CM, na pessoa do seu presidente, enganou Rosa Mota - que tem direito a dispor do seu nome como bem entender. E isso é uma questão política.
Também pode ser uma questão politiqueira, claro.