
O mesmo país do Webasummit, que vende ao mundo a tecnologia, o empreendedorismo, as startups, é o mesmo que arma um pé de vento por roupa colorida de uma marca infantil, por associar à comunidade LGBT.
Sempre houve roupa unisexo, mas esta mais colorida foi associada ao pluralismo das opções sexuais. Fala-se muito da tolerância e da educação sexual, mas depois na hora da verdade, cria-se este exagerado movimento contra uma marca.
Porém, a Zippy aproveitou para emitir um comunicado à imprensa, amplificando um mexerico no Facebook. O que ganhou com isso: cliques, curiosidade, fazer as pessoas passear pelo site e falar da marca, sobretudo nos pais mais tolerantes. Desta forma, aumentou o seu buzz e vendas.
Curiosamente, há outras coisas que os ratinhos do Facebook não falam sobre as crianças, secalhar bem mais graves.
Sempre que se fala em publicidade, bem ou não, a marca fica a ganhar...
ResponderEliminarHá tanto para falar sobre crianças, jovens e educação que não motiva tantos cliques ou indignações.... Tenho pena!
Perde-se tempo com coisinhas.
ResponderEliminarEu até gosto das cores LGBT.
Estão a exagerar, é um facto. É como dizes, é a roupa unisexo e sempre existiu...
ResponderEliminarMas, esta onda da aceitação ou do não haver géneros e deixem as crianças crescer sem ter género (?? o.0??) já é demais também.
Beijocas
Andam, sempre, com novas polémicas, o que beneficia as marcas!
ResponderEliminarVerdade ... perde-se tempo com pequenas coisas havendo outras muito mais importantes a resolver!
ResponderEliminarInfelizmente, a hipocrisia não tem limites!
ResponderEliminarHoje em dia é tão fácil criar-se o burburinho social, mas por detrás disso existem interesses e pelos vistos, as marcas acabam sempre por ganhar!
ResponderEliminarJá cansa...
Bom fim de semana.
Quem ganha com este alarido todo é apenas a marca!
ResponderEliminarQue idiotice meu Deus em pleno século 21
efetivamente. Muito show-off por almas retrogradas e barulho para a marca.
ResponderEliminarA coleção não tem nada de mal. Roupa sem genero sempre existiu. Não faz sentido tanto alarido. E com isto lá se suscita a curiosidade e o clique no site....
ResponderEliminarpenso que foi o caso. Se não houvesse esse comunicado de imprensa, não falava disso nem o povo ia a correr ver a coleção.
ResponderEliminarSem dúvida.
ResponderEliminarEu recusei-me a ver.
ResponderEliminarTal como dizes, este tipo de roupa sempre existiu. Por outro lado, prefiro respeitar as vontades de cada um, derivadas de questões realmente pertinentes,sem julgamentos. Infelizmente, a meu ver, muitos dos movimentos LGBTI são conducentes à intolerância. O respeito conquista-se.
Alcance de marketing da marca: check! :-D
ResponderEliminarPosso resumir numa palavra?
ResponderEliminarHipocrisia!
Aquele abraço, boa semana
Acho que houve um exagero de todos, inclusive na projeção que a marca deu à polémica.
ResponderEliminarPorque é que uma roupa colorida unissexo, há-se ser associada logo à LGBTI?
Total. E quem vai ao site pesquisar, vê tb outros artigos, clica nas promoções e compra.,,
ResponderEliminarEste vende...
ResponderEliminarInfelizmente, uma vez q não é assim, em meu entender, que se consegue respeito.
Eu não devo viver no mesmo país que tu.
ResponderEliminarNão dei conta desta polémica.
Abraço.
Foi tão parva que não perdeste nada.
ResponderEliminar