A Zippy e o Websummit

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O mesmo país do Webasummit, que vende ao mundo a tecnologia, o empreendedorismo, as startups, é o mesmo que arma um pé de vento por roupa colorida de uma marca infantil, por associar à comunidade LGBT.


 


Sempre houve roupa unisexo, mas esta mais colorida foi associada ao pluralismo das opções sexuais. Fala-se muito da tolerância e da educação sexual, mas depois na hora da verdade, cria-se este exagerado movimento contra uma marca.


 


Porém, a Zippy aproveitou para  emitir um comunicado à imprensa, amplificando um mexerico no Facebook. O que ganhou com isso: cliques, curiosidade, fazer as pessoas passear pelo site e falar da marca, sobretudo nos pais mais tolerantes. Desta forma, aumentou o seu buzz e vendas.


 


Curiosamente, há outras coisas que os ratinhos do Facebook não falam sobre as crianças, secalhar bem mais graves.

Comentários

  1. Sempre que se fala em publicidade, bem ou não, a marca fica a ganhar...
    Há tanto para falar sobre crianças, jovens e educação que não motiva tantos cliques ou indignações.... Tenho pena!

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  2. Perde-se tempo com coisinhas.
    Eu até gosto das cores LGBT.

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  3. Estão a exagerar, é um facto. É como dizes, é a roupa unisexo e sempre existiu...

    Mas, esta onda da aceitação ou do não haver géneros e deixem as crianças crescer sem ter género (?? o.0??) já é demais também.

    Beijocas

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  4. Andam, sempre, com novas polémicas, o que beneficia as marcas!

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  5. Verdade ... perde-se tempo com pequenas coisas havendo outras muito mais importantes a resolver!

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  6. Infelizmente, a hipocrisia não tem limites!

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  7. Hoje em dia é tão fácil criar-se o burburinho social, mas por detrás disso existem interesses e pelos vistos, as marcas acabam sempre por ganhar!
    Já cansa...
    Bom fim de semana.

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  8. Quem ganha com este alarido todo é apenas a marca!
    Que idiotice meu Deus em pleno século 21

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  9. efetivamente. Muito show-off por almas retrogradas e barulho para a marca.

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  10. A coleção não tem nada de mal. Roupa sem genero sempre existiu. Não faz sentido tanto alarido. E com isto lá se suscita a curiosidade e o clique no site....

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  11. penso que foi o caso. Se não houvesse esse comunicado de imprensa, não falava disso nem o povo ia a correr ver a coleção.

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  12. Eu recusei-me a ver.
    Tal como dizes, este tipo de roupa sempre existiu. Por outro lado, prefiro respeitar as vontades de cada um, derivadas de questões realmente pertinentes,sem julgamentos. Infelizmente, a meu ver, muitos dos movimentos LGBTI são conducentes à intolerância. O respeito conquista-se.

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  13. Alcance de marketing da marca: check! :-D

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  14. Posso resumir numa palavra?
    Hipocrisia!
    Aquele abraço, boa semana

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  15. Acho que houve um exagero de todos, inclusive na projeção que a marca deu à polémica.
    Porque é que uma roupa colorida unissexo, há-se ser associada logo à LGBTI?

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  16. Total. E quem vai ao site pesquisar, vê tb outros artigos, clica nas promoções e compra.,,

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  17. Este vende...
    Infelizmente, uma vez q não é assim, em meu entender, que se consegue respeito.

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  18. Eu não devo viver no mesmo país que tu.
    Não dei conta desta polémica.
    Abraço.

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