No dia 17 de Novembro foi o dia da prematuridade.
Confesso só soube depois de ver o post da Gorduchita.

Não tenho filhos, muito menos prematuros, mas é uma situação para a qual ganhei sensibilidade depois de conhecer e ouvir o relato de um colega de trabalho.
No caso dele, foram os dois filhos gémeos que nasceram muito prematuros ( penso 7 meses). Relatava o pai que as idas à maternidade eram a pior sensação que uma pessoa pode ter. Sem saber se os filhos estão vivos, se estão mortos, se quando não estão no mesmo sítio da última vez o que lhes aconteceu.
A somar, a frieza do pessoal médico, que não querem alimentar expetativas juntos pais.
A mulher, mãe das crianças, entrou em depressão nesse período devido à angustia que sentiu e demorou muito a recuperar, celebrando cada dia de vida uma vitória.
Hoje, ambos são autistas.
Penso que é daquelas coisas que só depois de passarmos por elas ou ouvirmos um relato de um pai/mãe que passaram por isso, é que damos valor.
Sei que uma das causas para as crianças nascerem prematuras é a mãe mudar de casa, durante a gravidez.
ResponderEliminarQuanto aos filhos do teu colega, provavelmente as crianças já eram autistas e não tem a ver com o facto de terem nascido prematuras.
Sem dúvida. Há muitas situações em que só nos apercebemos da sua gravidade, quando nos calham ou nos passam por perto.
ResponderEliminarNem quero imaginar o sofrimentos dos pais.
ResponderEliminarEu tenho uma prima saudável e já com 21 anos, que nasceu com menos de 500g!
Beijocas
Situações dramáticas.
ResponderEliminarQuem tem filhos saudáveis e nunca passou por isto, nem sabe o bem que tem.
Soube através de um amigo.
ResponderEliminarQualquer situação de risco que envolva os nossos filhos é terrível.
E isso é sempre assim, independentemente das idades.
Caramba... :( E é com histórias destas que ficamos abananados, temos tantas graças a dar!
ResponderEliminarA mãe mudar de casa? Sério? Não percebo a ligação...
ResponderEliminarNo meu caso, não houve mudanças de casa nem havia fatores de risco associados, mas mesmo assim tive uma super prematura às 25 semanas (6 meses) de gravidez. Felizmente correu tudo bem, e não tive essa má experiência da frieza dos médicos (embora mantenham sempre alguma distância, algo que compreendo).
São processos muito complicados...
Creio que tem a ver com o stress que acarreta mudar de casa.
ResponderEliminarTalvez seja um fator de risco, sim. Especialmente se ainda andar a carregar caixas!
ResponderEliminarNão conheço ninguém que tenha passado por essa situação, mas já ouvi muitos relatos. São batalhas muito duras.
ResponderEliminarAbraço
A minha primeira afilhada é prematura, mas nasceu com um peso muito bom o que fez que não fosse preciso passar mais tempo no hospital por isso. No entanto ainda hoje quando vejo as fotografias de a pegar ao colo tão pequenina imagino aqueles que ainda ficam na incubadora para aumentar...
ResponderEliminarTudo lhe era grande, as fraldas de prematuro, os bodys, as meias calças, tudo.
Pais de prematuros são uns corajosos e uns valentes, assim como eles mesmos, os prematuros :)
O meu irmão, acho, que nasceu um mês ou dois antes do tempo.
ResponderEliminarNão me lembro de muita coisa, porque só tinha 4 anos, mas lembro-me das visitas constantes ao hospital e as estadias da minha mãe lá durante dias por causa da epilepsia dele
É verdade acho que só mesmo quando se passa por essas situações se consegue dar o devido valor.
ResponderEliminarSão uns guerreiros!
Situações realmente difíceis ... -.-
ResponderEliminarInfelizmente, o teu colega e a mulher vão ter uma luta eterna, as crianças autistas são especiais e têm que ter diversos cuidados, dependente o grau de autismo! Forca para eles.
ResponderEliminarTenho um amigo que os dois filhos nasceram prematuros.
ResponderEliminarFelizmente são saudáveis.
Mas não é fácil conviver com estas situações.
Bom fds.
Nada fácil. Acho que só ganhamos sensibilidade quando temos uma experiência ou relato próximo...
ResponderEliminarSoube estes dias que eram autitas porque perdi o contacto entretanto. Fiquei ... desarmado!
ResponderEliminarUma luta para aquela família.
É uma luta diária...
ResponderEliminarmuito, até ouvir este relato não fazia ideia da situação.
ResponderEliminarSem dúvida. Admiro-os e desejo-lhes muita força!
ResponderEliminaré um drama a sério. com um mês talvez não seja tão grave, mas antes pode ter consequências graves.
ResponderEliminarSem dúvida.
ResponderEliminarA tua afilhada teve muita sorte apesar do azar.
Sou psi e ndo imagino a angústia que seria se tivesse passado por esa situação
ResponderEliminarUm tema muito escondido ainda nos dias de hoje que importa recordar