Isto aconteceu na 2ª feira. Ia com o meu pai a fazer uma caminhada antes de jantar.
Atrás de nós numa passadeira, um condutor ao telemóvel parou mesmo em cima do homem que ia atravessar. O peão não ganhou para o susto e o condutor pediu desculpa.
O problema foi que mesmo com o pedido de desculpa o peão começou a falar alto, a insistir no erro e não saía da frente do condutor que pediu novamente desculpa. Se o homem já tinha o pedido de desculpa para quê insistir em ser rezingão?
Há muita gente assim, infelizmente.
E às tantas, o peão é condutor... São os que mais resmungam.
ResponderEliminarHouve um erro que felizmente não culminou em tragédia! O errante pede desculpas á vítima ...
ResponderEliminarAceites ou não passamos do papel de vítima a estupidez!
Será que ele nunca errou na vida?
Enfim...
Grande abraço.
Sim, insistir na discussão não leva a lado nenhum, mas não passa pela cabeça de alguém minimamente ajuizado conduzir e falar ao telemóvel ao mesmo tempo.
ResponderEliminarSim, porque caso não tivesse travado a tempo, e se o tivesse atropelado ( independentemente das consequenciais), um pedido de desculpas também ia resolver tudo. Não há paciência para condutores que usam o telemóvel enquanto conduzem!
ResponderEliminarQualquer motivo é bom para disparatar sem razão... :s
ResponderEliminarQuantos e quantos rezingoes por este mundo fora...
ResponderEliminarO senhor tinha razão com a sua indignação. Mas não me pareceu bem começar a falar alto e a insistir numa conversa que não ia levar a lado nenhum e já lhe tinha sido dada razão.
ResponderEliminarQto ao condutor, espero que tenho ganho para o susto e sermão :)
Parecia que estava à procura do conflito fácil... Não deve ter mais nada com que se preocupar.
ResponderEliminarNada como dar "espetáculo".
ResponderEliminarEnfim.
Tudo evitável se o condutor fosse uma pessoa consciente!
ResponderEliminarPeões e automobilistas têm de se respeitar. Ambos têm de cumprir as regras de trânsito!
ResponderEliminarHá pessoas sempre à procura de algo no seu dia para andarem mal dispostos!!
ResponderEliminarHá malta de mal com a vida... não há volta a dar-lhe, infelizmente!
ResponderEliminarAs pessoas estão tão intolerantes :(. Marina
ResponderEliminarTodos nós erramos e sabermos pedir desculpa já é assumir que erramos!!
ResponderEliminarQue blog sem jeito nenhum ....... sempre a contar o que toda a gente ja sabe ou ja viveu ... Cresce e aparece !!!!!!!!!
ResponderEliminarNão suporto esse tipo de pessoas.
ResponderEliminarQue nervos!
Beijocas
Tu chamas o homem de "rezingão" eu chamo de "herói". Para mim é um herói, porque tenta fazer valer que as pessoas deixem de viver de uma forma egocêntrica e que pensem e se coloquem no lugar dos outros.
ResponderEliminarHoje em dia acho que vivemos a banalização do pedido de desculpa. E então em questões ligadas ao trânsito é o cumulo da banalização.
Hoje em dia estaciona-se em frente a um lugar de garagem sem complexos e problemas. Se alguém quiser entrar ou sair para sua garagem, que buzine, que chame, que espere... depois na chegada pede-se desculpa e já não existe motivo para ficar chateado. Afinal de contas existiu o pedido de desculpa.
Hoje em dia tenta-se passar à frente nas filas, de uma forma desentendida, dissimulada... se alguém reclamar, pede-se desculpa e já não existe motivo para a outra pessoa ficar chateada ou chamar à atenção. Afinal de contas existiu o pedido de desculpa.
E podia dar muitos mais exemplos...
Se existem regras, porque é que as pessoas não as respeitam?
Para quê a existência das regras, se depois com um pedido de desculpas, ficamos isentos de as aplicar/seguir?
Para mim esse homem é um herói.
E se calhar até fui eu, porque sempre que me acontecem coisas dessas, não me calo e faço valer que um pedido de desculpa não vale nada, quando ele é pedido de uma forma ligeira e banal.
O homem começou a dar espetáculo no meio da rua. Era desnecessário.
ResponderEliminarNão vejo mal nenhum nisso.
ResponderEliminarO mau dessa história é o homem que ia a conduzir e a falar ao telemóvel... Ele é que o mau da fita, não é o homem que foi quase atropelado.
É o que mais há por aí são pessoas rezingonas,
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