Não ter o pai ao pé para tratar dos assuntos do carro é um dos desafios com que fui confrontado.

Apenas comprei o meu carro em 2012, após dois anos de trabalho. Até lá andei com um velho dos meus pais.
Quando o comprei e fiquei sem o meu pé de meia, a parte dos pagamentos ficou comigo - impostos, seguro e afins era eu que pagava, mas a parte "operacional" era com o pai.
Refiro-me a quê? Óleo, inspeções, revisões, pneus, pressão do ar, nível da água, etc. O meu pai não delegava e eu não fazia questão.
Pois bem, desde há dois anos e meio atrás que o pai só vê o carro ao fim de semana.
Sou eu quem leva o carro ao mecânico quando é necessário e tenho que responder àquelas questões "mais técnicas" que não faço ideia.
Qual o risco que tenho? Ser comido por lorpa por mecânicos mais trafulhas. Mas aí, o pai fica com o peso na consciência a adiamos para os sábados de manhã.
Lol.
ResponderEliminarNão é bem assim. Estás a esquecer-te da comunidade Sapo. Esta comunidade serve para muitas coisas. Porque não a usas quando tiveres uma dúvida sobre o carro ?
Bem sei que a maioria aqui são mulheres, mas deve haver umas quantas que já passaram pela situação x ou y, além de que cada vez vejo por aqui mais homens.
Mais vale expores aqui alguma dúvida que tenhas do que seres enganado.
Infelizmente, ainda há alguns mecânicos, que não se regem pelas melhores práticas!
ResponderEliminarNem me digas, estas coisas de manutenção... são um rombo no orçamento! -.-
ResponderEliminarhahah lindo =P
ResponderEliminarOlha que eu nem gasolina ponho. Chamo sempre o meu irmão ou marido =P
Beijocas
Fogo, olha lá a coincidência!
ResponderEliminarMeia hora depois de colocares este post, entro no carro para ir buscar o jantar e eis que o malandro não arrancou!
Liguei com o mecânico que diz amanhã avaliar o problema!
Poderá ser motor de arranque ou bateria! Torço pela segunda hipótese!
Resumindo...com este gelo fui a pé buscar o jantar!
Confio, mas não a 100% neste colega que trata do meu carro, contudo é preciso estar sempre de olho aberto!
Grande abraço.
Coitado! Secalhar gripou, mas olha que não sou bruxo.
ResponderEliminarJura?
ResponderEliminarE a partir de certa idade do carro, cada vez pior...
ResponderEliminarNão tens vergonha? ahahahahaha
ResponderEliminarSe tens um mecânico de confiança não há azar. Mas olha que as questões básicas de mecânica são fáceis. Níveis de água, óleo, revisões, pneus e inspecções são coisas do mais simples que há. Pede ao teu pai que te explique, isso não leva mais que 20 minutos.
Olha que os pais não duram sempre :-(
É uma boa solução e olha que quando foi a almofada recorri às vossas sugestões!
ResponderEliminaré tão bom ter quem tome conta das nossas limitações
ResponderEliminarNãaaaoooo!
ResponderEliminarSe o pai pode preocupar-se porque vou preocupar eu?
Até ao dia em que tem mesmo que ser!
Culpa no pai! Eu faria o mesmo Hahah
ResponderEliminarQuem tem um pai, tem tudo.
ResponderEliminarMenos...vá vira essa boca para lá!
ResponderEliminarEstou desempregado, deseja-me melhor sorte!
Abraço
Ahahah, maravilhoso!!! Desculpa o comentário, não interpretes mal, mas fico feliz por saber que não são só as mulheres que têm medo de ser enganadas no mecânico
ResponderEliminarNem posso ouvir falar em mecânicos... temos um dos carros na oficina, e a reparação em causa vai delapidar-nos as finanças.
ResponderEliminarMas o marido vai sabendo dessas coisas, é o que vale. Se não, estaria como tu: a ter de confiar no que os mecânicos me dizem!
Também sou eu que faço isso tudo em relação ao meu carro. E detesto! :)
ResponderEliminarTal e qual como eu!!! (ou não fosse o meu pai eletricista-auto)
ResponderEliminarNão estás a ver as voltas e o nervoso miudinho que foi comprar o carro novo, este verão, sem ele por perto para dar bitaites...
E sim, estou mais póbri, de novo!
Tens que ver com os teus amigos, se algum conhece um mecânico de confiança ... caso contrario podes acabar por ser borlado varias vezes ... neste ramo ainda há pessoas muito pouco profissionais .
ResponderEliminarBom fim de semana, bj
Até tremo, só de pensar que algum dia teria de tratar desse tema.
ResponderEliminarA unica coisa que fiz até hoje, foi levar o carro para trocar um pneu.
Bom fds Marina
Exatamente o mesmo sentimento quando me mandam sozinha às Finanças ou à Segurança social... ou ao banco! ahahaha
ResponderEliminarJá somos 2.
ResponderEliminarNão aproveitei enquanto o meu pai era vivo. Nesse período, até à doença, eu padecia de tamanha fobia de condução...
Juro! hahah =P
ResponderEliminarOs pais têm que ajudar os filhos, né?!
ResponderEliminarNão entendo nada de mecânica, mas sou eu que trato do meu carro, isto é, desde que há uns largos anos passei numa oficina certificada que tinha uma promoção de pneus e o meu estava a precisar, fiquei cliente.
ResponderEliminarComo disse, sendo a oficina certificada, não se vê a sujeira dos mecânicos particulares em que se vai buscar o carro, lava-se as mãos ao volante sujo, os bancos, e tal.
Esta oficina funciona como uma de qualquer marca de automóveis, logo cobrem os bancos com plástico, são cuidadosos, têm clientes, trabalho, e até ver não tenho problemas com eles.
Isto para dizer que deixo o carro, tratam de tudo e levam-o à inspecção.
Pago o justo, a factura vem toda especificada e como é óbvio, pago o IVA.
Podia levá-lo a um mecânico mais barato, mas não confio, não sei o que fazem, não tenho factura, como aconteceu com o meu anterior carro. Pagava muito mas caro que nesta oficina, o mecânico apresentava-me uma conta manuscrita num papel todo sujo e eu pagava e não reclamava, até que quando comprei o novo ( agora com 19 anos) deixei-o para sempre.
Tenho homens em casa (família) que percebem de mecânica/carros ( aliás são engenheiros mecânicos) mas tenho de me desenrascar sozinha.
Só se for algum pneu furado, aí, sim, peço ajuda.
Não sei mudar nem quero aprender.
Bom fim-de-semana.
Entendo te tão bem! Há três anos a conduzir o carro da mãe, comprei finalmente o meu. Custa me olhar para aquele meu pé-de-meia, que agora é apenas uma meia rota!
ResponderEliminarJá antes tinha imenso medo de ter um acidente, nem que fosse daqueles que só dão dores de cabeça. Fui muito mal acompanhada quando tirei a carta e ainda hoje, não sei mudar um pneu ou preencher uma declaração amigável. Se por um lado é sinal que ainda não foi preciso, por outro preocupa-me quando precisar. Então isso da pressão dos pneus ou do mecânico, é um terror pegado! Já ando a chatear o meu namorado para ir comigo ver isso dos pneus, para no futuro eu ser capaz de o fazer sozinha. É muito recente, eu sei. Mas não gosto de não estar informada ou não saber fazer.
Percebomo-nos! :)
ResponderEliminarEu tb não sei mudar pneus
ResponderEliminarExatamente ;)
ResponderEliminarA necessidade obrigou-te a conduzir?
ResponderEliminarLá terá o dia em que nos temos de desenrascar...
é uma boa sugestão.
ResponderEliminarPois... mas conseguiste aconselhar-te com alguém de confiança pelo menos?
ResponderEliminarlol não leve nada a mal. Há que reconhecer as nossas limitações
ResponderEliminarComo é que ficou esta situação, Carlos?
ResponderEliminarAinda está no mecânico!
ResponderEliminarTalvez motor de arranque ou ignição!
Espero novidades amanhã!
Obrigado por perguntares!
Grande abraço.
Sinceramente, não sei responder.
ResponderEliminarDa forma como era a fobia... Houve muito trabalho de mentalização, um bom instrutor (afinal ainda sabia coisas que pensava ter esquecido, não precisei de muitas aulas, ... ), mas ambos os fatores foram fundamentais. Sabia ainda que tinha os colegas da Escola a torcer por mim (uma mais valia caso me acontecesse alguma coisa ao "passear" entre escolas). Mas não vou dizer que não tenho medo ou que gosto. Sou burrinho. Perante situação que não corra bem à 1.ª logo entro em stresse. Se faço uma asneira, sou capaz de passar uma semana a martirizar-me acerca do "porquê" e com vontade de desistir (recordo quando bati num passeio, ao entrar num cruzamento muito apertado, por onde... "sempre passei"). Mas já não tenho quem me conduza...
Ultimamente tenho-me apercebido que até gosto de conduzir na cidade. Sobretudo na parte "velha" de Viseu. Sítios onde pensei jamais "chegar".