Março de 2015
Faz dois anos em que tive tomar uma decisão difícil: lutar por uma promoção ou procurar outro emprego.
Neste mês, fui colocado no projeto do meu peer uma semana. Um pesadelo! A pior semana dos últimos anos que tive.
Horários loucos, pressão absoluta e um desfile de egos. Na 6ª feira seguinte vem ele e diz-me: “o manager disse que o teu trabalho estava uma m**** e não estou a brincar. Disse que estava uma m****”. Diretamente, o chefe não me disse nada e na avaliação de Junho (a última) mantive o nível “muito bom” e com votos reforçados de excelentes perspetivas de subida...
Não sei se foi verdade ou mentira, mas aí percebi que a luta ia ser suja e que ou ia a ela ou desistia. Preferi desistir e dar outro rumo à minha vida. A sorte ajudou e dia 1 de Julho comecei noutro sítio.
O mundo do trabalho é lixado quando aparecem estas pessoas anormais, com um ego do tamanho do mundo passando por cima de tudo e de todos. Não me revejo nisso e se o futuro da empresa são essas pessoas, então não contem comigo. Em setembro de 2016, ele foi promovido.
Vem isto a propósito que vi uma foto dele no meu Facebook do meu antigo ginásio. Bendita a hora que saí de lá.
Essas pessoas nunca serão verdadeiramente felizes. Beijinhos
ResponderEliminarWelcome to the real world :-)
ResponderEliminarFaz parte, cabe-nos a nós tomar a decisão mais acertada!
Pois, muitas vezes o dinheiro não compensa os sacrifícios.
ResponderEliminarDessas pessoas penso "como conseguem dormir sem sentir peso na consciência?"
ResponderEliminarPessoas assim, bem longe... ;)
ResponderEliminarPor vezes cruzamo-nos na vida com pessoas assim.
ResponderEliminarEu por norma tomo a mesma atitude que tu ...ignoro-as.
Esse tipo de pessoas, podem até vir a ter muito dinheiro ... mas são uns "tristes" e por norma acabam sempre sozinhos (eu conheço alguns ...)
Ora bolas.... por vezes é mesmo assim!
ResponderEliminarA vida é feita de escolhas e temos que verificar a que melhor se adapta a nós. O futuro irá dizer se foi boa ou má.
ResponderEliminarhá pessoas que nao olham a meios...
ResponderEliminarPorteiro, amigo, o Pap está contigo!
ResponderEliminarparabéns pelos TOMATES! Admiro a atitude! Não é normal!
Quem me dera a mim ter tomates para mandar certas coisas à merda!
Peço desculpa pelo vernáculo!
Pap...
Ainda bem que fizeste a escolha acertada.
ResponderEliminarTudo bem que há contas a pagar e tudo mais, mas eu não sou nada apologista de se ficar num trabalho onde não nos sintamos bem...
Beijocas
Quem muda, Deus ajuda :)
ResponderEliminarPor vezes há males que vem por bem, talvez tenha sido melhor assim!
ResponderEliminarVale mais sentirmo-nos bem connosco, do que aceitar situações que nos repugnam, cujo preço não compensa.
ResponderEliminarNão sei como conseguem passar por cima de tudo e de todos, não devem dormir bem de noite...
ResponderEliminarQue bom que tiveste uma oportunidade de bater com a porta e mostrar que não querias esse caminho ;). Marina
ResponderEliminarÉ triste termos de lidar com pessoas tão ambiciosas ao ponto de serem maldosas! Felizmente não somos todos assim e fico muito contente que tenhas encontrado trabalho tão depressa ;)
ResponderEliminarAcontece em todo o lado... é difícil alguém reconhecer o mérito ao outro. Por norma tenta-se deitar o outro abaixo, para não ter de nos esforçar para chegar ao nível dele. É assim desde a escola primária, até ao lar em que se "luta pela última bolacha" para o chá...
ResponderEliminarnão sei o que acho do "abandonar a luta".
ResponderEliminarmas claramente para ti foi o melhor. foste capaz de ler os sinais e de respeitar o teu bem estar!
Muitas vezes para manter a sanidade mental é melhor deixar outros escalar a pirâmide da ambição!!!
ResponderEliminarQuase o reflexo do que passei no outro emprego, agora estou bem e sinto-me muito mais feliz :)
ResponderEliminarEu tb acho que mudei para melhor, embora não goste de deitar foguetes sem saber o dia de amanhã.
ResponderEliminarSe passaste pelo mesmo, será um problema da nossa profissão?
Isso é uma verdade absoluta e não podia estar mais de acordo. Uma pirâmide dura de subir, com muitas escorregadelas e com a dúvida: para nos sentirmos realizados, temos de a subir de forma agreste e desmotivante? Acho que não.
ResponderEliminarAcho que sim. Não preciso de ir a "luta" para me sentir realizado. Acho que não traria nada e bom à minha sanidade mental. Não sei o dia de amanhã, mas para já estou bem :)
ResponderEliminarPela nossa descrição não me parece, julgo que se deve a quem nos rodeava profissionalmente na altura.
ResponderEliminarPode estar intrinsecamente ligado à natureza humano, mais nuns que noutros. Como não gosto desse tipo de atitudes, mudei de ares :)
ResponderEliminarJá andava atento ao mercado, mas tive sorte, sim :)
ResponderEliminarSecalhar são, no mundo delas, na realização delas. Eu é que não estava feliz naquele ambiente nem vai de encontro à minha personalidade :)
ResponderEliminarAnd cruel world :(
ResponderEliminarMesmo, quando a escalada é dura, temos de ponderar custo e e benefícios e contar com a sorte porque ela também é importante.
ResponderEliminarAcho que não sentem. Lutam pelos seus objetivos, mas não pelas vias mais éticas. Optam pelas vias mais fáceis: deitando abaixo psicologicamente os concorrentes, desprezando o seu trabalho ...
ResponderEliminaré o melhor sem dúvida. quando vi a foto dele no facebook de um sitio que gostava até me deu a volta à barriga e olha, escrevi este texto ...
ResponderEliminarPodem ter muito dinheiro e ter a ascenção profissional pela qual lutaram, mas são desprezíveis e sem ética.
ResponderEliminarNão sei o dia de amanhã, mas que não estaria bem lá disso tenho a certeza.
ResponderEliminarEgoísmo, falta de ética, enfim ...
ResponderEliminarnem sempre é fácil, sobretudo quando temos contas para pagar. por acaso tive sorte ... embora não saiba o dia de amanhã, acho qe foi o melhor que fiz.
ResponderEliminarPor acaso tive sorte em passados três meses encontrei um a alternativa.
ResponderEliminarEspero que sim!
ResponderEliminarÉ mesmo. A realização de uns é diferente da realização de outros, mas o "vale tudo" não é um meio. Enfim ... ele ganhou um lugar, eu ganhei paz de espírito.
ResponderEliminarAcho que para essas pessoas, os fins justificam os meios. Obtêm a tão desejada realização profissional nem que seja rebaixando os outros.
ResponderEliminarA sorte ajudou tb, Marina :)
ResponderEliminarFoi exatamente com esse ambiente que vivi ano e meio.
ResponderEliminarNo 1º meio ano, quando em habituação me dava e agia como os níveis superiores da minha equipa, tudo correu bem, foi-me dado mais trabalho e ia tendo momentos de reconhecimento. A note desses 6 meses foi média, com prespetiva de melhoria.
Ao 8º mês comecei a trabalhar o lado humano da minha função e não tanto os jogos de poder.
Tudo piorou a partir daí. De maus tratos a subcarga de trabalho... até mentiras e calúnias na minha avaliação, que resultaram na minha não renovação.
Do mês 9 aos mês 16 procurei emprego para sair pelo meu pé, sem sorte.
Sabes quando é que o meu reconhecimento voltou? No meu último dia de trabalho, com um pedido de desculpas formal da chefia máxima, mas já sem intenções de se retratarem.
Hoje em dia, há quase 8 meses onde estou agora, não dessas lutas nem degraus declarados. Não há promoções nem aumentos. Mas também não há maus tratos.
é de grande maturidade saber que lutas vale a pena travar e quais não :)
ResponderEliminarTens paz de espírito e sanidade mental. Isso é fundamental!
ResponderEliminarEspero q qd começar a trabalhar n tenha histórias dessas :(
ResponderEliminarSim infelizmente é isso
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