Eu e as compras on-line

Ouvi à pouco uma notícia sobre o aumento das compras online pelos portugueses e o acompanhamento das empresas desse fenómeno.


 


Vender online tem vantagens e desvantagens:


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- temos acesso a uma gama de produtos que não temos na loja física;


- podemos comprar sem sair de casa;


- os pagamentos são cada vez mais seguros (já recebo uma sms para validação)


- para as empresas não têm os custos de ter a loja aberta.


Desvantagens:


- não usufruímos logo do artigo; 


- geralmente podem acrescer custos de transporte;


- há maior risco de sermos enganados ou sairmos desiludidos


- as marcas não conseguem impingir tão facilmente mais produtos


 


Ultimamente, nas principais cadeias de lojas, verifico cada vez mais promoção dos sites nos sacos de papel e entregas gratuitas acima de determinado montante ou na loja (para que o cliente vá lá e compre mais qualquer coisa).


 


Pessoalmente e comparando com 2013 por exemplo também faço mais compras online: lentes de contacto, capas para o telemóvel e material da minha empresa (aproveitando o desconto de colaborador). Felizmente ainda não tive nenhum desilusão, mas procuro sempre sites fidedignos e marcas relevantes.

Comentários

  1. Tenho vindo a fazer mais compras online e tem corrido sempre bem.

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  2. Já somos dois a seguir a tendência e ainda bem que tb não houve dissabores ;)

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  3. A nível de electrónica o preço já não compensa tanto como era aqui há uns anos. (Em 2004 comprei um gameboy advance por 50 euros, quando cá em Portugal estava a para ser lançado por 159 euros.)
    A nível de livros em inglês, vale a pena. Em português... só mesmo em sites de leilões. As grandes cadeias, consegues melhores descontos nas lojas do que a comprar pela net.
    Depois, existem as coisas específicas. Nessas sim tanto a nível nacional como internacional, consegues preços muito mais interessantes na parte online do que nas lojas.

    Algumas razões para os preços dos equipamentos multimédia terem subido foi a aplicação do IVA do país de residência do cliente, nas vendas europeias. A outra foi o fim das offshores britânicas, onde 100% dessas empresas tinham as suas bases sedeadas, mesmo sendo o material enviado de Manchester, Berlim ou Toulouse.
    Pouco a pouco a vertente online tem-se aproximado das lojas físicas. Apesar de terem muito menos custos.

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  4. Fiquei com uma dúvida: uma transação de artigos multimédia intra UE não está isenta de IVA por ser intracomunitária?

    Por vezes o custo de transporte encarece o produto e deixa de compensar. No caso das lentes de contacto, mesmo com os custos de transporte, é mais barato do que na Wells e nas óticas.

    Nos grandes market-places online só tenho experiência no AliExpress da China.

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  5. Desde 2012 que já deixou de ser assim. (Nas compras online ou nas compras físicas em que entregues o NIF fora de Portugal. Se não deres o NIF, é cobrado o IVA do país onde estás.)
    Existe um valor que cada país declara como limite. (Neste momento quase todos os países estão a usar os 35000 euros anuais... só o Luxemburgo e Holanda usam os 100000, porque são dos que tem o IVA mais baixo da Europa.) Se uma empresa vender mais do que esse valor para consumidores desse país, tem de cobrar o IVA do país de destino.

    Por exemplo: compras um computador a uma loja espanhola que vende muitos para Portugal. Vão-te cobrar os 23% de IVA (mais as taxas da bateria cobradas em Espanha). Se fores lá, comprares e pedires factura com o NIF acontece o mesmo. Se não deres o NIF, pagas 21%.

    A nível de transmissões entre empresas, o sistema do intracomunitário para o registo contabílistico continua a ser esse. Pois só o cliente final é que paga o imposto.

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  6. Bom dia,
    Nunca fiz compras on-line,não critico quem o faz,mas em tempos eu trabalhei numa loja,e uma pergunta me fica,que será feito dos postos de trabalho se todos comprarmos on-line ?
    Não será que cada vez nos isolamos mais,sem o contacto das pessoas com quem nos cruzamos ?
    Penso ser mais fácil sermos enganados...acho mesmo que a vantagem está em não comprarmos por vezes o que não nos faz tanta falta no momento.....
    Boas compras :)

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  7. Também faço cada vez mais ... e nunca tive problemas ... até ao momento.

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  8. Faço muitas compras online, algumas por poupança outras por comodidade. Já tive alguns problemas mas até agora todos os contratempos foram fáceis de resolver.

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  9. Faço compras on-line por comodidade e preços. Penso que é um negócio com futuro.

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  10. Pessoalmente tudo o que seja necessário experimentar é em loja física. Online só mesmo promoções de objetos, eletrodomésticos, etc, e até agora não tenho qualquer razão de queixa.
    Beijinhos

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  11. Faço algumas, poucas, compras online e felizmente ainda não fui enganado! Mas tenho imenso medo que isso me possa acontecer!
    É um bom serviço, pois sem sairmos de casa as coisas vem ter a nós.
    Abraço

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  12. Eu comecei a aderir há pouco tempo, em pequenas coisas, pois com artigos de maior valor tenho algum receio. Depois peço entregar no trabalho, o que é excelente ;). Outra coisa, ainda só consigo aderir com pagamento com referencia Multibanco, um bocado à moda antiga :S. Marina

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  13. Até ao momento também nunca me saiu o tiro pela culatra. Gosto bastante da possibilidade on-line, ainda bem que cada vez se desenvolve mais.
    E claro que é como dizes, tem as suas vantagens e desvantagens, como tudo na vida. Neste caso estou convencido que as vantagens superam as desvantagens :)

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  14. Eu tb vejo as coisas pelo lado mais positivo e tenho tido boas experiências.

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  15. Eu, desde que puseram a sms obrigatória com o código que confirma a transação, sempre que possível, pago assim porque é mais rápido. Dantes creio que tb só era possível com os cartões de crédito. O meu é só débito e dá. Mas nem todas as lojas têm essa funcionalidade.

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  16. É mesmo isso, mas tb tenho cuidado com as empresas em causa: se são conhecidas, experiências anteriores ou de amigos. Quando tenho dúvidas, prefiro não comprar.

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  17. Acho que a tendência será essa. O primeiro passo foi o online, o próximo antecipo que sejam as app's. Creio que se encontram pouco desenvolvidas, mas será a aposta de futuro das marcas.

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  18. O que dizes é verdade, mas as marcas estão a contornar isso, ao colocar as entregas gratuitas na loja. É uma forma de fazer deslocar os clientes à loja e assim vender mais alguma coisa. Se reparares, o online aumenta o trabalho em back office: fotógrafos, IT, logistica, designer multimédia, por exemplo.

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  19. Por curiosidade e a propósito do teu comentário de ontem, questionei hoje a colega da minha empresa que trata da parte fiscal e ela respondeu-me precisamente isso.
    Mas estava a pensar: se não quiser poupar o IVA tenho de comprar num site de país distante que não atinja o limite de vendas para liquidar IVA, mas a poupança de imposto, sairia-me cara no acréscimo dos custos de transporte :)

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  20. Desde 2012 que a regra é: pagas de acordo com o país onde é feita a compra. Só que se te identificares como consumidor de outro país, passas a pagar conforme as vendas para esse país. A maioria das médias e grandes empresas já fazem isso automaticamente. Sempre evitam problemas e o cliente não pode protestar.
    Em muitas situações até para compras feitas pela internet por exemplo aos EUA, já te cobram o IVA como se o produto fosse comprado em Portugal. O que te livra do pagamento do IVA nos direitos alfandegários.

    http://europa.eu/youreurope/citizens/consumers/shopping/vat/index_pt.htm

    Tens aqui exemplos práticos do parlamento europeu.

    A nível contabilístico é que se é para revenda, usas o IVA intra-comunitário e o iva da venda é liquidado na totalidade.

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  21. Marina, para usares o sistema de crédito, existe o Mbnet.
    Crias um cartão no computador para a compra que vais fazer, pagas com ele e não revelas nenhuma informação que possa ser aproveitada por terceiros para te sacar dinheiro. Até para compras em lojas online Portuguesas, chegas a conseguir descontos ao fazeres o pagamento dessa forma. A utilização costuma ser gratuita (no caso da pagamento em moeda estrangeira pagas 75 cêntimos mais 2% de imposto de selo a mais do que o valor da conversão monetária) mas, basta perguntares no teu banco.
    Colocas o limite de pagamento diário na máquina multibanco, usas os dados no computador para criar o cartão, pagas com esses dados. Se roubarem os dados da empresa a quem pagaste... não valem de nada. O teu cartão de crédito deixou de existir quando a empresa validou o pagamento. Mais do que isso, se vais pagar 60 euros. Crias um cartão que paga 61 euros. Pagas os 60. Mesmo que a empresa te queira cobrar mais, não pode. O cartão só permite que te tirem 61 euros da conta.

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  22. Excelente publicação,concordo em absoluto com o teu texto!!

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  23. Eu não costumo fazer compras online em 'lojas' portuguesas pq o preço que cobram pelo transporte não compensa . As únicas compras que faço são em sites que vendem artigos provenientes da China , por não terem custo de transporte e por serem baratos . Até agr ainda não correu mal :)

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  24. não sou muito fã delas por isso só as uso em caso de necessidade. Por falar nisso, há uma compra que tenho de fazer on-line. Até já e me vou antes que volte a esquecer.

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  25. É essa a minha resistência, não gosto nada de dar o número do cartão ;). Mas como dizes já há outras opções. Marina

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  26. É uma ótima sugestão, tenho de experimentar. Obrigada, Marina

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