Mais um imposto, mais uma mudança no panorama fiscal.
Como pode um país progredir se os sucessivos governos, anos após ano, estão sempre a mexer e a aumentar a carga fiscal?
Desta vez, vai ser criado mais um imposto visa taxar o "património" superior a 500.000 Euros. Mas será individual?
Cheira-me que vai haver algumas pessoas a ficar mais ricas e outras mais pobres dentro da mesma família,. Porém no longo prazo, quando houver divórcios ou heranças, vai ser bonito quando se for discutir as partilhas... Quem pensar em repartir a fortuna, quem pense bem no que vai fazer.
Acho bem que se taxem os ricos. Devia haver forma de se identificarem bem todos eles. A classe média já foi penalizada demais.
ResponderEliminarSó é novo por ir baixar o valor de afectação... pois já existe uma taxa que foi enquadrada em imposto de selo já desde de 2013. Essa sobretaxa termina este ano e teria de ser renovada. Pelo que o governo disse, será revogada.
ResponderEliminarPara a substituir entrará este novo "imposto" com regras mais precisas (pois quase 90% dos prédios de Lisboa e Porto não pagam por causa do enquadramento da taxa, sendo que diz que são para habitação, coisa que não é possível de acontecer no caso de serem propriedades de fundos imobiliários, bancos ou empresas imobiliárias) para o seu englobamento. (Os tribunais deram razão a vários bancos que reclamaram que os seus fundos imobiliários que possuem 500 milhões de euros de propriedades que estão arrendadas, não são para sua própria habitação, daí só pagarem IMI e não pagam o imposto de selo, pois o usufrutuário não é o proprietário.)
Andamos sempre no mesmo, subir impostos! Vira o disco e toca o mesmo, mas com rotação diferente!
ResponderEliminarIsto são sempre as mesmas medidas, sempre subir e inventar novos impostos.. Bom, a mim, este não me toca! =)
ResponderEliminarE que tal cortar despesa a sério?! E sim há muito, mas mesmo muito, por onde cortar sem chegar aos vencimentos, reformas ou prestações sociais. Por exemplo os subsídios a instituições, clubes, associações de toda a espécie...vejam o que o Estado gasta nestas coisas e surpreendam-se. É só ver os sites da IGF, do IFAP e outros que tais.
ResponderEliminarSinceramente já nada me espanta quando estamos à anos a ser governados por parasitas. Onde eles deveriam mexer, não mexem. Enfim. Bom fim-de-semana.
ResponderEliminarMesmo. Só sabem acrescentar impostos do lado da receita fiscal.
ResponderEliminarTens toda a razão. Os gastos nesses institutos em coisas supérfluas devem ser elevados. Veja-se tb as câmaras. Nos clubes de futebol, acho que se deveria subsidiar os escalões de formação contra a apresentação de despesas. Ouvem-se mtas histórias de "dirigentes" que abastecem os seus carros e despensas com dinheiros públicos. Isto já para não falar nos subsídios que há na Madeira por exemplo ao futebol profissional.
ResponderEliminarA mim também não. :)
ResponderEliminarÉ mesmo isso.
ResponderEliminarDesconhecia essa sobretaxa. Mas sendo assim, o impacto será quase residual? Pelo que percebi é só para famílias (o BE disse que o objetivo era para quem fugia ao IRS).
ResponderEliminarOs fundos imobiliários são uma teia complexa. A maioria dos grandes grupos económicos tem fundos ou empresas "imobiliárias" que concentram os imóveis e os arrendam a outras empresas do grupo, anulando-se nas contas consolidadas.
Não será assim tão residual. Porque há muita gente que tem uma casa em Lisboa e um apartamento no Algarve. Em Lisboa a média de apartamentos anda pelos 128000 euros. Nas zonas novas vai aos 190000. No Algarve, se for uma vivenda, chega a ter 250000 sem problema. Parece que não é nada mas, basta ter mais um terreno ou outra casa noutro lado, já fica sujeito.
ResponderEliminarA sobretaxa que ficou no Imposto de selo, gerou muita jurisprudência, pois se pagas imposto de selo por uma coisa, não podes pagar pelo mesmo outra vez. Como a legislação era omissa em muita coisa, os fundos foram para tribunal e praticamente só as pessoas individuais que tem um edíficio ou um palácio é que pagam essa sobretaxa. Era válida por 3 anos, para o orçamento de 2017 ou era renovada ou extinguia-se.
Pelo que percebi eles estão a criar legislação para evitar recursos a tribunal e para evitar as fugas com base na omissão. Obviamente, que os bancos e imobiliárias não estão a gostar nada disso. Nos anos de 2005 para a frente, muitas imobiliárias investiram na aquisição de imóveis que era dados como perdidos para a banca, conseguiam preços muito inferiores ao mercado, arrendavam e obtiam proveitos suplementares bastante elevados. Se a legislação os abarca... lá se vão os lucros que passam por fora das contas, como o condominio, despesas gerais e serviços de cobrança.
A classe média já foi de facto mto sobrecarregada.
ResponderEliminarObrigado pelo esclarecimento :) . Pelo que percebi os imóveis com fins empresariais e de arrendamento não serão sujeitos. Por outro lado, percebi que o espírito era taxar singulares (mormente esses exemplos que referiste). Mas efetivamente com outra conceção juridica fica mais objetiva a sua aplicação.
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