O que têm em comum Mariana Mortágua, Pedro Passos Coelho, Vítor Gaspar, Mário Centeno, Álvaro Santos Pereira, Manuel Caldeira Cabral, and so on, so on?
Todos eles são economistas académicos. Vivem no mundo das teses, dos binómios, das equações, das derivadas e integrais, fórmulas que apenas valem na teoria e que não têm aplicação na prática.
Muitos não têm experiência empresarial, vivem da promiscuidade política ou de em empresas públicas com recursos abastados para gerir.
Nenhum destes economistas sabe o que é:
- ter de chegar ao fim do mês e pagar salários;
- ficar mais de dois meses à espera do reembolso do IVA;
- ter os fornecedores ao telefone a reclamar pagamentos;
- estar no limite do descoberto bancário e ter um pagamento urgente;
- querer fazer uma exportação de bens extra-UE e barrar na colocação de códigos pautais;
- etc, etc, etc.
Além disso não têm experiência pessoal: têm salários abastados e heranças familiares.
Isto são problemas do dia-a-dia das empresas que dão traquejo no entendimento da realidade e na ultrapassagem de desafios. Os nossos políticos infelizmente não têm esta experiência e estamos como estamos..
Acabei de ter esta posição no comentário à tua consideração!
ResponderEliminarNão fazem a mínima ideia do que estão a defender. Falta de experiência no terreno, COMPROVADA!!!
Isso nota-se bastante nas decisões que tomam e na forma descuidada como comunicam.
ResponderEliminarNas posições precipitadas e impulsivas.
ResponderEliminarNa falta de hierarquia e acima de tudo, no desleixe das justificações!
É verdade. Qualquer trabalhador no mínimo tem de justificar às suas chefias as decisões que toma e justificar o impacto na empresa. No meio académico, existe muito livre-arbítrio no avanço das teses, no cumprimento dos programas e em ter de justificar a diretores (que questiona um doutorado? Ou um catedrático? Quem vai questionar falta um "xis" na equuação Y.
ResponderEliminarAinda bem que alguém sabe o que fala: muito bem!
ResponderEliminarOuço frequentemente muitas tomadas de posição em empresas, sem qualquer projeção de mercado, análise de custos e viabilidade de consecuções...
Essas também acontecem, mas depois há-que arrecadar com as consequências. Acho que a qualificação dos recursos, nas empresas que investem neles, é a melhor prática. Prefiro-me guiar pelos bons exemplos :) Quando se trata de dinheiros públicos e da vida de milhões de pessoas, a responsabilidade aumenta, tal como a cobrança que todos temos que fazer.
ResponderEliminarÉ este o problema da classe politica em geral. Cresceu nas jotas e quando acabou os respectivos cursos foi assessorar um governante qualquer e depois subindo na hierarquia, mais ou menos rapidamente sem nunca saber, o que "custa amar a Deus", como dizia a minha avó.
ResponderEliminarE depois também convém não esquecer o "povo". Uma larguíssima franja da população é incapaz de gerir financeiramente a sua vida. E não, nem sequer estou a pensar em quem ganha ordenados miseráveis.
Falar das jotas é tema com pano para mangas. A promiscuidade política infelizmente é cada vez maior porque uma mão lava a outra. É uma descredibilização total. A política está cada vez menos nobre.
ResponderEliminarA tua estratégia é melhor que a minha :)
ResponderEliminarMas a imputabilidade da responsabilidade é comum a ambos os sectores. A única diferença é que no público levamos com mais areia para os olhos quando há barracada monumental :D
E a experiência por vezes significa tudo!!
ResponderEliminara esses a vida n custa nada.
ResponderEliminarR: ainda n tou melhor... n sei ate que ponto é que o 3º é que descobriu o que eu tenho
Grande verdade!
ResponderEliminarE isso reflete-se nas decisões que tomam e na forma como as comunicações.
ResponderEliminarIsso é que é pior...
ResponderEliminarÉ um input muito importante.
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