Quem tem ido à baixa de Lisboa ou do Porto tem-se apercebido que as nossas cidades estão invadidas por dois tipos de orientais:
i) os turistas chineses
ii) os comerciantes chineses/indianos
É com pena que vemos desaparecer as lojas tradicionais e características, para serem substituídas por lojas de "recuerdos" com comerciantes que além de não serem portugueses, não fazem a mínima ideia da história daquilo que vendem como o galo de Barcelos ou dos barcos rabelos.
O turismo tem muitas coisas boas, mas tem também coisas más. Esta é uma delas. O comércio passa a ser cada vez mais standard e por lojistas de ocasião e de lucro fácil.
P.S. Este post não visa qualquer tipo de xenofobia ou ataque ao multiculturalismo.
Tens toda a razão, é tudo apenas comércio. As lojas tradicionais são um pedaço de história que tende a desaparecer!
ResponderEliminarTens toda a razão
ResponderEliminarÉ uma pena. Sempre que necessito de comprar alguma recordação prefiro sempre ir a um nativo.
ResponderEliminarÉ uma pena. Sempre que necessito de comprar alguma recordação prefiro sempre ir a um nativo.
ResponderEliminarPelo menos assim é mais seguro que seja feito como artesanato e não fabricado em série!
ResponderEliminarO "Made in China" nas nossas recordações não faz sentido nenhum. Sim, nessas lojas, é mais "seguro" que é de facto português.
ResponderEliminarBoa exposição deste triste fenómeno!
ResponderEliminarAlém disso, até os nossos artigos de gerações já são contrafeitos... :(
Eu já me deixei disso (das lembranças) agora há de tudo igual em todo o lado!
ResponderEliminarPara os estrangeiros até fica mal.
ResponderEliminarNas grandes cidades, é aos montes.
ResponderEliminarMas ninguém vai fazer nada, isso é que é alarmante!!!
ResponderEliminarAo que parece a ASAE está muito em baixo de forma (sem meios e tal).
ResponderEliminarPois fica, mas por outro lado, com tanto estrangeiro que anda por aí, se fosse tudo feito à mão não havia produto que chegasse para todos o que até era bom porque o artesanato seria mais valorizado e quem realmente trabalha com as mãos via o seu trabalho mais bem pago. Sabemos que há peças que não pagam nem de longe o trabalho que dão embora custem um dinheirão!
ResponderEliminarSim, já ouvi falar de um corte no staff ou apenas mudança de estratégia...
ResponderEliminarQuando o consumidor não é protegido por um organismo público com essa função, acho sempre mau. Cabe-nos sempre que possível evitar a lojas de "fast-souvenirs", aqui ou no estrangeiro.
ResponderEliminarCompletamente de acordo!
ResponderEliminarSó falta falar das politicas de incentivo que os levaram a instalarem-se por cá e a dar cabo do pequeno comércio.
Abraço
Tão verdade. Um dia destes fui comprar um íman para o frigorífico em lisboa e o sr não percebeu o que eu queria…. Tive de apontar . Marina
ResponderEliminarConcordo a 100%, acho que se está a perder muito a parte mística da cidade!
ResponderEliminarInfelizmente é vdd . Eu tb qd vou de férias prefiro comprar as recordações em lojas q não tenha empregados/donos chineses . Não se relaciona com qualquer prática de racismo mas é triste estarmos a comprar coisas típicas de um país a alguém que não sabe nada da história :(
ResponderEliminarÉ mesmo isso.
ResponderEliminarA mística é que dá essência às cidades.
ResponderEliminarLamentável :(
ResponderEliminarAs nossas cidades perdem a essência ...
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