Ontem e hoje ouvi estas histórias de como conseguir um emprego:
- Ao almoço um colega de trabalho contava que a sua mulher entrou como estagiária na empresa onde trabalha porque o irmão era amigo do dono
- Ontem à noite, no jantar, contavam que uma amiga em comum trabalhava numa empresa de média-grande dimensão do Grande Porto porque o pai era amigo do dono
- Há dias, contavam que o responsável de RH de uma empresa não tinha mãos a medir porque o seu CEO só lhe envia currículo de filhos de amigos.
Estas três histórias em tão curto espaço de tempo mexeram comigo, mesmo sendo as três no setor privado. Até hoje, estive em três empresas, as três por mérito próprio e sem recorrer a cunhas. Entrei por reconhecimento académico e profissional (claro que a estrelinha da sorte é necessária) e tenho orgulho disso!
É lamentável, realmente!
ResponderEliminarUma triste realidade!
ResponderEliminarQuem tem amigos não morre na cadeia, costuma dizer-se . Cada um safa-se como pode , hj em dia o importante é ter emprego, independentemente de como o conseguiu
ResponderEliminarTb é verdade.
ResponderEliminarO tão falado factor C ;)
ResponderEliminarOra aí está, nem mais. Como eu te compreendo, Último...
ResponderEliminarE esse vídeo foi uma bela recordação, aproveitei e recordei também o dos Gato Fedorento :)
Infelizmente é a sociedade que temos!
ResponderEliminarE sou sincero, sempre trabalhei e passei por duas empresas, mas se ficasse desempregado agora, não olharia a meios para arranjar novo trabalho! Se fosse com cunhas, olha, os outros também o fazem! Se acho correcto? Não... Mas antes isso do que o desemprego eterno.
Abraço. ;)
Tantos, mas tantos casos em que isso é verídico!!!! O que é uma pena, as pessoas acabam por não se esforçar e alcançar o que muitos batalham durante anos e não conseguem..
ResponderEliminarNunca "usei" essa Sra., mas cada vez mais é isso que se vê... Alguns até fazem por merecer posteriormente, mas outros nem por isso...
ResponderEliminarHá gente com sorte.
ResponderEliminarUma vez chamaram-me para uma entrevista por engano. Achavam que eu era familiar de uma pessoa que lá trabalhava, quando me disseram se eu era a parente de fulana tal e eu fiquei a olhar meio aparvalhada, e disse que não. Despacharam logo a entrevista e disseram que depois se fosse selecionada me contactavam. Percebi logo o que estavam à procura...
ResponderEliminarAs cunhas, ainda parecem ser uma mais valia para os currículos...
É a nossa realidade ... Se a ajuda for para entrar na empresa e se tornarem bons profissionais, menos mal, mas quando isso não acontece e vivem à conta de um nome, com promoções etc.... sem o merecerem, passando à frente de pessoas competentes, é deplorável. Bjs, Marina
ResponderEliminarSim, é um facto. Há pessoas que entram por esse factor e que depois até são bons profissionais. Mais frustrante é como dizes, quando são incompetentes e não justificam o lugar.
ResponderEliminarQue situação tão ... triste, deplorável e execrável. Um desrespeito por ti. Empresas dessas não fazem falta na economia nem na nossa sociedade, mas existem muitas pessoas que possamos pensar.
ResponderEliminarÉ verdade. Há pessoas que depois até se tornam boas profissionais. O mais frustrante é quando são maus profissionais e "encostam" os bons.
ResponderEliminarÉ mesmo isso.
ResponderEliminarCada um safa-se como pode. Mas não critico quem vinga assim, antes as empresas que pagam amizades e favores dessa forma.
ResponderEliminarRecordar este vídeo é uma delícia!
ResponderEliminarSim :)
ResponderEliminarEra para a secretaria de uma escola pública.
ResponderEliminarAinda por cima, mais grave ainda :(
ResponderEliminarHoje em dia não se chama cunha, isso soa quase a lascivo. Agora é networking ou então Personal Branding, soa melhor, é mais "chique" e dá um ar profissional e de muito trabalho. Bom tema. Escreverei também muito sobre esta área.
ResponderEliminarPor acaso, eu interpreto o personal branding como promoção pessoal que pode ser com base nos méritos pessoais. Quando faço o meu CV e digo que fui XPTO na emprego X, estou a fazer personal branding a mim próprio. Curiosamente, não associo a cunha.
ResponderEliminarO networking, neste caso, é mais "networking for the boys".
Sim, promoção pessoal bem feita, será para alguns indivíduos e no mundo perfeito. No entanto o personal branding tem excessos que todos temos vindo a perceber, desde exaltação de competências que não existem até à invenção de factos. Ou seja, uma espécie de propaganda sem regras muitas das vezes.
ResponderEliminarIsso acontece. É um trade-off entre ser humilde e ser mais um numa caixa de email.
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